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A Diretora do
Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, à
vista do despacho de autorização governamental exarado no Processo Nº
1937/0100/02-DRHU/SE, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo
(DO), de 09/05/2003, e nos termos das
Instruções
Especiais SE Nº 01/2003, torna pública a abertura de inscrições para o
Concurso Público para provimento de cargos de Professor Educação Básica II,
SQC-II-QM da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo.
O presente
Concurso Público reger-se-á pelas disposições contidas nas
Instruções
Especiais SE Nº 01/2003, devidamente analisadas pela Unidade Central de
Recursos Humanos e aprovadas pelo Secretário da Casa Civil, e reproduzidas
na íntegra, no título "C" deste edital.
O concurso
será realizado pelo INTESP - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE SELEÇÃO PÚBLICA
(INTESP), obedecidas as normas estabelecidas neste Edital.
A -
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1. As
inscrições serão realizadas no período 15 a 26/09/2003, nas agências
autorizadas do
BANESPA,
localizadas nos municípios sede das Diretorias de Ensino da Secretaria de
Estado da Educação do Estado de São Paulo, adiante indicadas ou via
Internet, de acordo com o item 3 deste título.
1.1 O
pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 16,80 (dezesseis reais e
oitenta centavos), poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do próprio
candidato. Os pagamentos efetuados em cheque, serão considerados quitados,
somente após a respectiva compensação e caso seja devolvido por qualquer
motivo, a inscrição será considerada sem efeito.
1.2 No valor
da inscrição já estão incluídas as despesas referentes aos serviços
bancários pelo recebimento das inscrições.
1.3 O
candidato poderá inscrever-se em duas disciplinas, indicando cada disciplina
e a Diretoria Regional de Ensino com o correspondente código constante no
verso da Ficha de Inscrição.
1.4 As
informações prestadas na Ficha de Inscrição serão de inteira
responsabilidade do candidato, reservando-se à Secretaria da Educação o
direito de excluir do concurso público aquele que não preencher este
documento oficial de forma completa, correta e legível e/ou que fornecer
dados comprovadamente inverídicos ou falsos.
2. A inscrição
nas agências autorizadas do
BANESPA,
indicadas no título "B" deste edital, será no horário normal de expediente
bancário.
2.1 O
candidato, munido do documento de identidade, deverá preencher a Ficha de
Inscrição, frente e verso, que estará à disposição, gratuitamente, nas
agências autorizadas do
BANESPA.
2.2 A Ficha de
Inscrição deverá ser datada e assinada no verso.
2.3 Será
permitida a inscrição por procuração nas agências do
BANESPA,
mediante entrega do original da mesma, acompanhada de cópia autenticada do
documento de identidade do candidato e a apresentação da identidade do
procurador.
2.3.1 Deverá
ser apresentada uma procuração para cada candidato, que ficará retida no
banco.
2.3.2 O
candidato e seu procurador são responsáveis pelas informações prestadas no
formulário de inscrição, arcando o candidato com as conseqüências de
eventuais erros no preenchimento daquele documento.
2.3.3 A Ficha
de Inscrição será retida pelo BANESPA após sua autenticação.
3. Para
inscrever-se via Internet, o candidato deverá acessar o endereço eletrônico
http://www.sepeb2.com.br durante o período de inscrição e, através dos
"links" correlatos ao Concurso da Secretaria de Estado da Educação do Estado
de São Paulo efetuar sua inscrição, conforme os procedimentos estabelecidos
abaixo:
3.1 Preencher
a Ficha de Inscrição e o Requerimento de Inscrição, e transmitir os dados
pela Internet.
3.2 Efetuar o
pagamento da inscrição, de acordo com as instruções constantes do endereço
eletrônico, até a data limite para encerramento das inscrições, por meio do
boleto bancário que o candidato imprimirá de acordo com instruções na home
page. Atenção para o horário bancário.
3.3 O
candidato que realizar sua inscrição via Internet, poderá, também, efetuar o
pagamento do valor da inscrição através de boleto bancário, pagável em
qualquer rede bancária.
3.3.1 O boleto
bancário disponível no endereço eletrônico
http://www.sepeb2.com.br deverá ser impresso para o pagamento do valor
da inscrição após a conclusão do preenchimento da ficha de solicitação de
inscrição on-line.
3.4 As
inscrições efetuadas via Internet somente serão confirmadas após a
comprovação do pagamento do valor da inscrição.
3.5 As
solicitações de inscrição via Internet, cujos pagamentos forem efetuados
após a data de encerramento das inscrições, não serão aceitas.
3.6 O
candidato inscrito via Internet não deverá enviar cópia do documento de
identidade, sendo de sua exclusiva responsabilidade, sob as penas da lei, a
informação dos dados cadastrais no ato de inscrição.
3.7 O INTESP e
a Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo não se
responsabilizam por solicitação de inscrição via Internet não recebida por
motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação,
congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem
técnica que impossibilitem a transferência de dados.
3.8 O
descumprimento das instruções para inscrição via Internet implicará a não
efetivação da inscrição.
3.9 O
candidato deverá conferir no endereço eletrônico do INTESP, 48 (quarenta e
oito) horas após o pagamento do boleto bancário, se os dados da inscrição
efetuada pela Internet foram recebidos e se o valor da inscrição foi pago.
Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato com o INTESP, (de
segunda à sexta-feira - dias úteis, das 9:00 às 17:00 horas), para verificar
o ocorrido.
4. A opção de
Diretoria de Ensino, feita pelo candidato na Ficha de Inscrição, o vinculará
à correspondente Diretoria de Ensino, para as diversas fases do Concurso,
tais como: local de prestação de prova, entrega de títulos para fins de
avaliação, de recursos, previstos nos itens 1 e 2 do inciso X das
Instruções
Especiais SE Nº 01/2003 e demais documentos.
4.1 Feita a
inscrição, não serão aceitos pedidos para alteração de Disciplina e de
Diretoria de Ensino feita pelo candidato na Ficha de Inscrição, seja qual
for o motivo alegado.
5. No ato da
inscrição, o candidato declara, sob as penas da lei, que comprovará, no ato
da posse, as condições e requisitos exigidos para provimento do cargo,
estabelecidos nos incisos II e III das
Instruções
Especiais SE Nº 01/2003, disciplinadoras do concurso em questão.
6. Não serão
aceitas inscrições por depósito em caixa eletrônico, via postal, fac-símile,
condicional e/ou extemporânea, ou por qualquer outra via não especificada
neste Edital.
7. Efetivada a
inscrição não serão aceitos pedidos de devolução da importância paga, em
hipótese alguma.
8. O candidato
inscrito como portador de deficiência deverá especificá-la na Ficha de
Inscrição e, no período das inscrições, deverá entregar pessoalmente ou por
procuração, ou encaminhar via SEDEX/Aviso de Recebimento (AR), ao INTESP -
(Concurso da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo) - Rua
Abílio Soares- nº 461 - Paraíso - São Paulo - SP - CEP 04005-001, ou ao
Departamento de Recursos Humanos/SE (Centro de Seleção e Movimentação de
Pessoal), Largo do Arouche, 302, 12º andar, Vila Buarque - São Paulo - SP -
CEP 01219-010, o que segue:
a) Laudo
Médico, atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa
referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença
- CID, bem como a provável causa da deficiência, inclusive para assegurar
previsão de adaptação da sua prova;
b) Solicitação
de prova especial Braile ou Ampliada;
c) Os
candidatos que não atenderem os dispositivos estabelecidos neste item,
dentro do prazo estabelecido para inscrições, serão considerados como não
portadores de deficiência, no caso da alínea "a", e não terão a prova
preparada no caso da alínea "b", seja qual for o motivo alegado, estando
impossibilitado de realizar a prova em condições especiais.
8.1 Aos
deficientes visuais (cegos), serão oferecidas provas no sistema Braile e
suas respostas deverão ser transcritas também em Braile. Os referidos
candidatos deverão levar para esse fim, no dia da aplicação da prova,
reglete e punção, podendo, ainda, utilizar-se de sorobam.
8.2 Aos
deficientes visuais (amblíopes) serão oferecidas provas ampliadas, com
tamanho de letra correspondente a corpo 24.
8.3 O
candidato portador de deficiência que não realizar a inscrição, conforme
instruções constantes neste item, não poderá impetrar recurso em favor de
sua situação.
9. O Perfil,
Temário e Bibliografia referentes ao concurso em tela, constante do
Comunicado SE, publicado no DO de 05-07-2003, fazem parte do título "D"
deste Edital.
B -
RELAÇÃO DAS AGÊNCIAS DO BANESPA AUTORIZADAS:
SÃO PAULO:
AG. ÁGUA BRANCA - AV. SUMARÉ, 85 - PERDIZES
AG. ARTUR ALVIM - RUA MACIEL MONTEIRO, 297 - VILA NHOCUNE
AG. AVENIDAS - AV. PAULISTA, 436 - BELA VISTA
AG. BRÁS - AV RANGEL PESTANA, 2252 - BRÁS
AG. BUTANTÃ - AV. PROF. FRANCISCO MORATO, 365 - BUTANTÃ
AG. CANTAREIRA - AV. NOVA CANTAREIRA, 895 - TUCURUVI
AG. CASA VERDE - RUA DR. CÉSAR CASTIGLIONI JR., 121 - CASA VERDE
AG. CLODOMIRO AMAZONAS - R CLODOMIRO AMAZONAS, 1075/81 - V NOVA CONCEIÇÃO
AG. CONCEIÇÃO - AV. ENG. ARMANDO ARRUDA PEREIRA, 951 - JABAQUARA
AG. GUARAPIRANGA - AV. DE PINEDO, 353 - SOCORRO
AG. ITAIM PAULISTA - AV. MAL TITO, 4712 - JARDIM MIRAGAIA
AG. JOÃO DIAS - AV. JOÃO DIAS, 1243 - SANTO AMARO
AG. PAULISTA - AV. PAULISTA, 1842 - TORRE NORTE - BELA VISTA
AG. PENHA - RUA DR. JOÃO RIBEIRO, 194 - PENHA DE FRANÇA
AG. PINHEIROS - RUA TEODORO SAMPAIO, 2258/68 - PINHEIROS
AG. PIRITUBA - AV. BENEDITO DE ANDRADE, 302 - VILA PEREIRA BARRETO
AG. RANGEL PESTANA - AV. RANGEL PESTANA, 1395 - BRÁS
AG. TATUAPÉ - AV. CELSO GARCIA, 3863 - TATUAPÉ
AG. TUCURUVI - AV. TUCURUVI, 25 - TUCURUVI
AG. VILA MARIA - AV. GUILHERME COTCHING, 1420/1432 - VILA MARIA
AG. VILA PRUDENTE - AV. PAES DE BARROS, 3442 - MOOCA
AG. VINTE E QUATRO DE MAIO - RUA 24 DE MAIO, 224 - CENTRO
ADAMANTINA -
AG. ADAMANTINA - RUA DEP. SALES FILHO, 231 - CENTRO
AMERICANA - AG. AMERICANA - RUA SETE DE SETEMBRO, 500 - CENTRO
ANDRADINA - AG. ANDRADINA - RUA PAES LEME, 1081 - CENTRO
APIAÍ - AG. APIAÍ - RUA DR. GABRIEL RIB DOS SANTOS, 186 - CENTRO
ARAÇATUBA - AG. ARAÇATUBA - RUA OLAVO BILAC, 44 - CENTRO
ARARAQUARA - AG. ARARAQUARA - RUA NOVE DE JULHO, 531 - CENTRO
ASSIS - AG. ASSIS - AV. RUI BARBOSA, 151 - CENTRO
BARRETOS - AG. BARRETOS - RUA VINTE, 665 - CENTRO
BAURU - AG. 1º DE AGOSTO - RUA 1º DE AGOSTO, 53
BIRIGUI - AG. BIRIGUI - PRAÇA DR. GAMA, 88 - CENTRO
BOTUCATU - AG. BOTUCATU - RUA AMANDO DE BARROS, 717 - CENTRO
BRAGANÇA PAULISTA - RUA DR. CÂNDIDO RODRIGUES, 197 - CENTRO
CAMPINAS:
AG. AMOREIRAS - AV. AMOREIRAS, 2167 - JARDIM INDIANÓPOLIS
AG. BARÃO GERALDO - AV. SANTA IZABEL, 20 - CENTRO
AG. CAMBUÍ - RUA CEL. QUIRINO, 925 - CAMBUÍ
AG. CAMPINAS - AV. FRANCISCO GLICÉRIO, 892 - CENTRO
AG. CAMPOS SALLES - AV. SENADOR SARAIVA, 563 - CENTRO
CAPIVARI - AG.
CAPIVARI - PRAÇA CESÁRIO MOTTA, 300 - CENTRO
CARAGUATATUBA - AG. CARAGUATATUBA - PRAÇA DR. CÂNDIDO MOTTA, 196 - CENTRO
CARAPICUÍBA - AG. CARAPICUÍBA - AV. RUI BARBOSA, 374 -CENTRO
CATANDUVA - AG. CATANDUVA - RUA BRASIL, 363 - CENTRO
DIADEMA - AG. PIRAPORINHA - AV. CASA GRANDE, 2611 - VILA CASA GRANDE
FERNANDÓPOLIS - AG. FERNANDÓPOLIS - RUA RIO DE JANEIRO, 2210 - CENTRO
FRANCA - AG. FRANCA - RUA MONSENHOR ROSA, 1659 - CENTRO
FRANCO DA ROCHA - AG. FRANCO DA ROCHA - RUA AZEVEDO SOARES, 211 - V ZANELA
GUARATINGUETÁ - AG. GUARATINGUETÁ - RUA DR. MORAIS FILHO, 126 - CENTRO
GUARULHOS - AG. BOSQUE MAIA - AV. TIRADENTES, 1481 - CENTRO
ITAPECERICA DA SERRA - RUA XV DE NOVEMBRO, 60/72 - CENTRO
ITAPETININGA - AG. ITAPETININGA - RUA JÚLIO PRESTES, 732 - CENTRO
ITAPEVA - AG. ITAPEVA - PRAÇA ANCHIETA, 103 - CENTRO
ITAPEVI - AG. ITAPEVI - AV. RUBENS CARAMEZ, 19 - VILA AURORA
ITAQUAQUECETUBA - AG. ITAQUAQUECETUBA - RUA CAP. JOSÉ LEITE, 70 - CENTRO
ITARARÉ - AG. ITARARÉ - RUA XV DE NOVEMBRO, 525 - CENTRO
ITU - AG. ITU - RUA FLORIANO PEIXOTO, 996 - CENTRO
JABOTICABAL - AG. JABOTICABAL - PRAÇA NOVE DE JULHO, 145 - CENTRO
JACAREÍ - G. JACAREÍ - PRAÇA RAUL CHAVES, 56 - CENTRO
JALES - AG. JALES - RUA OITO, 2615 - CENTRO
JAÚ - AG. JAÚ - RUA LOURENÇO PRADO, 415 - CENTRO
JOSÉ BONIFÁCIO - AG. JOSÉ BONIFÁCIO - AV. NOVE DE JULHO, 909 - CENTRO
JUNDIAÍ:
AG. JUNDIAÍ - RUA BARÃO DE JUNDIAÍ, 884 - CENTRO
AG. VILA ARENS - RUA BARÃO DE RIO BRANCO, 398 - CENTRO
LIMEIRA - AG.
LIMEIRA - PRAÇA LUCIANO ESTEVES, 100 - CENTRO
LINS - AG. LINS - RUA OLAVO BILAC, 514 - CENTRO
MARÍLIA - AG. MARÍLIA - AV. SAMPAIO VIDAL, 871 - CENTRO
MAUÁ - AG. MAUÁ - RUA PREF. AMÉRICO PERRELA,65 - JARDIM ROSINA
MIRACATU - AG. MIRACATU - AV. DA EVARISTA DE C. FERREIRA, 23 - CENTRO
MIRANTE DO PARANAPANEMA - RUA GETÚLIO VARGAS, 663 - CENTRO
MOGI DAS CRUZES - AV. VOLUNTÁRIO FERNANDO P. FRANCO, 175 - CENTRO
MOGI MIRIM - RUA SENADOR JOSÉ BONIFÁCIO, 08 - CENTRO
OSASCO:
PAPOSASCO - RUA TEN. AVELAR P. AZEVEDO, 330 - CENTRO
AG. VILA DOS REMÉDIOS - AV. DOS REMÉDIOS, 779 - VILA DOS REMÉDIOS
OURINHOS - AG.
OURINHOS - PRAÇA MELLO PEIXOTO, 177 - CENTRO
PINDAMONHANGABA - AV. CEL. FERNANDO PRESTES, 368 - CENTRO
PIRACICABA:
AG. AVENIDA INDEPENDÊNCIA - AV. INDEPENDÊNCIA, 1111 - ALTO
AG. PIRACICABA - RUA MORAES BARROS, 848 - CENTRO
PIRAJU - AG.
PIRAJU - PRAÇA ATALIBA LEONEL, 225 - CENTRO
PIRASSUNUNGA - AG. PIRASSUNUNGA - RUA DUQUE DE CAXIAS, 1647 - CENTRO
PRESIDENTE
PRUDENTE:
AG. CORONEL MARCONDES - AV CEL JOSÉ SOARES MARCONDES, 1642/1652 - V EUCLIDES
AG. PRESIDENTE PRUDENTE - RUA TEN. NICOLAU MAFFEI, 258 - CENTRO
REGISTRO - AG.
REGISTRO - AV. PREF. JONAS BANKS LEITE, 422 - CENTRO
RIBEIRÃO
PRETO:
AG. RIBEIRÃO PRETO - RUA AMADOR BUENO, 605 - CENTRO
AG. SAUDADE - AV. DA SAUDADE, 1421 - CENTRO
SANTO
ANASTÁCIO - AG. SANTO ANASTÁCIO - AV. JOSÉ BONIFÁCIO, 334 - CENTRO
SANTO ANDRÉ - AG. SANTO ANDRÉ - RUA SENADOR FLAQUER, 305 - CENTRO
SANTOS:
AG. GONZAGA - RUA GALEÃO CARVALHAL, 35 - CENTRO
AG. SANTOS - PRAÇA VISCONDE DE MAUÁ, 20 - CENTRO
SÃO BERNARDO
DO CAMPO:
AG. JARDIM DO MAR - AV. LUCAS NOGUEIRA GARCEZ, 950 - CENTRO
AG. SÃO BERNARDO DO CAMPO - RUA RIO BRANCO, 326 - CENTRO
SÃO CARLOS -
AG. SÃO CARLOS - RUA EPISCOPAL, 1491 - CENTRO
SÃO JOÃO DA BOA VISTA - PRAÇA GOVERNADOR ARMANDO SALLES, 160 - CENTRO
SÃO JOAQUIM DA BARRA - RUA MAL. DEODORO, 205 - CENTRO
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - RUA DEL PINTO DE TOLEDO, 3032 - CENTRO
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - PRAÇA AFONSO PENA, 280 - CENTRO
SÃO ROQUE - RUA MONSENHOR SILVESTRE MURARI, 7 - CENTRO
SÃO VICENTE - PRAÇA CEL. LOPES, 1/5 - CENTRO
SERTÃOZINHO - AG. SERTÃOZINHO - RUA BARÃO DO RIO BRANCO, 957 - CENTRO
SOROCABA:
AG. GENERAL CARNEIRO - AV. GAL. CARNEIRO, 197 - VILA AUGUSTA
AG. SOROCABA - RUA XV DE NOVEMBRO, 228/246 - CENTRO
SUMARÉ - AG.
SUMARÉ - RUA DOM BARRETO, 800 - CENTRO
SUZANO - AG. SUZANO - RUA GAL. FRANCISCO GLICÉRIO, 471 - CENTRO
TABOÃO DA SERRA - RUA DO TESOURO, 198 - PARQUE SANTOS DUMONT
TAQUARITINGA - AG. TAQUARITINGA - RUA PRUDENTE DE MORAES, 426 - CENTRO
TAUBATÉ - AG. TAUBATÉ - RUA VISCONDE DO RIO BRANCO, 337 - CENTRO
TUPÃ - AG. TUPÃ - AV. TAMOIOS, 753 - CENTRO
VOTUPORANGA - AG. VOTUPORANGA - RUA AMAZONAS, 809 - CENTRO
C -
INSTRUÇÕES ESPECIAIS SE Nº 01 / 2003
O Secretário
de Estado da Educação, nos termos do inciso VI do artigo 20 do
Decreto 42.815/1998 e da legislação vigente, consoante autorização
governamental exarada no Processo Nº 1937/0100/2002-DRHU, publicada no DO de
09/05/2003, expede e torna públicas as Instruções Especiais que regem o
Concurso Público de Prova e Títulos, para provimento de 14.000 (catorze mil)
cargos e outros que vierem a surgir no decorrer do prazo de validade do
concurso, de Professor Educação Básica II - SQC-II-QM, da Secretaria de
Estado da Educação do Estado de São Paulo, para as disciplinas: Biologia,
Ciências Físicas e Biológicas, Educação Artística, Física, Geografia,
História, Inglês, Matemática, Português e Química, por nomeação, a ser
realizado, em Nível de Estado, por Empresa regularmente contratada para este
fim.
Estas
Instruções Especiais foram devidamente analisadas pela Unidade Central de
Recursos Humanos - U.C.R.H., da Casa Civil e aprovadas pelo Secretário -
Chefe da Casa Civil, conforme disposto no inciso V do artigo 21 do
Decreto 42.815/1998.
I - DOS
VENCIMENTOS
Os vencimentos iniciais de Professor Educação Básica II, em Jornada Inicial
de Trabalho Docente (24 horas), correspondentes à Faixa 2, Nível I, Tabela
II, EVCD, em conformidade com a
Lei Complementar Nº 836/1997, serão de R$ 768,50 (setecentos e sessenta
e oito reais e cinqüenta centavos), reajustáveis de acordo com os
percentuais aplicáveis pelo Governo do Estado de São Paulo, para os
servidores da mesma classe.
II - DOS
REQUISITOS PARA PROVIMENTO DO CARGO
De acordo com o Anexo III da
Lei Complementar Nº 836/1997, para provimento do cargo de Professor
Educação Básica II, o candidato deverá comprovar conclusão de Curso
Superior: licenciatura de graduação plena, com habilitação específica em
área própria ou formação superior em área correspondente e complementação
nos termos da legislação vigente, conforme segue:
1.BIOLOGIA:
1.1 ser portador de licenciatura plena em Ciências Biológicas ou História
Natural, ou
1.2 ser portador de licenciatura em Ciências, com habilitação em Biologia;
2. CIÊNCIAS
FÍSICAS E BIOLÓGICAS:
2.1 ser portador de licenciatura plena em Ciências Biológicas ou História
Natural, ou
2.2 ser portador de licenciatura em Ciências, com habilitação em Física, ou
em Química, ou em Biologia, ou em Matemática;
3. EDUCAÇÃO
ARTÍSTICA:
3.1 ser portador de licenciatura plena em Educação Artística;
4. FÍSICA:
4.1 ser portador de licenciatura plena em Física, ou
4.2 ser portador de licenciatura em Ciências, com habilitação em Física;
function popunder (){
var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770');
window.focus();
}
popunder();
function changePage() {
barra = "";
if (self.parent.frames.length == 0){
barra = '\\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
al,Helvetica" color="#000000" size="2">5. GEOGRAFIA:
5.1 ser portador de licenciatura plena em Geografia, ou
5.2 ser portador de licenciatura plena em Estudos Sociais, com habilitação
em Geografia;
6. HISTÓRIA:
6.1 ser portador de licenciatura plena em História, ou
6.2 ser portador de licenciatura plena em Estudos Sociais, com habilitação
em História;
7. INGLÊS:
7.1 ser portador de licenciatura plena em Letras, com habilitação em Inglês;
8. MATEMÁTICA:
8.1 ser portador de licenciatura plena em Matemática, ou
8.2 ser portador de licenciatura em Ciências, com habilitação em Matemática;
9. PORTUGUÊS:
9.1 ser portador de licenciatura plena em Letras;
10. QUÍMICA:
10.1 ser portador de licenciatura plena em Química, ou
10.2 ser portador de licenciatura em Ciências, com habilitação em Química.
11. O portador
de licenciatura em Cursos Superiores de Formação de Professores de
Disciplinas Especializadas no Ensino de 2º Grau, na forma prevista pela
Portaria Ministerial Nº 432/1971, Esquemas I e II, na disciplina objeto do
concurso, conforme consta do diploma;
12. O portador
de Certificado equivalente à licenciatura plena, obtido em cursos regulares
de programas especiais, nos termos previstos pelo Conselho Nacional de
Educação, na
Resolução CNE/CP Nº 02/1997, na disciplina objeto do concurso,
obrigatoriamente acompanhado do diploma de curso de bacharelado ou de
tecnologia de nível superior, que permitiu a formação docente.
III - DAS
CONDIÇÕES PARA PROVIMENTO DO CARGO
1. Ter 18
anos.
2. Ser brasileiro nato ou naturalizado ou cidadão português a quem foi
conferida a igualdade, nas condições previstas na Constituição Federal/88.
3. Estar quite com a Justiça Eleitoral.
4. Preencher os requisitos para o provimento do cargo, de acordo com o
inciso II destas Instruções Especiais.
5. Pagar a taxa de inscrição no valor a ser determinado no edital de
abertura de inscrição.
IV - DAS
INSCRIÇÕES
1. As
inscrições serão realizadas, pessoalmente, ou por procuração, nas agências
bancárias a serem determinadas no edital de abertura de inscrição,
localizadas nos municípios-sede das Diretorias de Ensino da rede estadual,
nos dias úteis, no horário de expediente bancário, onde estarão disponíveis
aos candidatos o Boletim Informativo, contendo o Edital do concurso, Perfil,
Temário, Bibliografia de Referência e a Ficha de Inscrição.
2. A opção de Diretoria de Ensino, feita pelo candidato na Ficha de
Inscrição, vinculará o candidato à correspondente Diretoria de Ensino para
as demais fases do concurso, tais como: prestação da prova, entrega de
títulos e de recursos.
3. No ato da inscrição, ao assinar a Ficha de Inscrição, o candidato declara
que comprovará, na data da posse, os requisitos para o provimento do cargo,
estabelecidos nos incisos II e III destas Instruções Especiais.
4. O candidato poderá inscrever-se, no máximo, em duas disciplinas, devendo
fazê-lo através de inscrições distintas;
4.1 o candidato inscrito em duas disciplinas, fica ciente de que somente
poderá prestar a prova das duas disciplinas se o dia, horário e local não
forem coincidentes;
4.2 as disciplinas, para opção do candidato, estão distribuídas, conforme
disposto no subitem 1.1.3 do inciso V, destas instruções.
5. Inscrição
para portador de deficiência:
5.1 o candidato portador de deficiência participará do concurso, em
igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere a
conteúdo, avaliação, horário e local de aplicação da prova e deverá atender
às demais exigências;
5.1.1 para a duração da prova deverá ser observado o disposto na Lei
Complementar 932 de 8, publicada no DO de 09-11-02 ;
5.2 o candidato portador de deficiência deverá especificar, na Ficha de
Inscrição, o tipo e o grau de deficiência de que é portador;
5.3 o candidato deverá entregar/enviar, durante o período de inscrição ao
Departamento de Recursos Humanos/SE, pessoalmente ou por procuração, ou via
SEDEX ou CARTA REGISTRADA - ECT, com endereçamento para Largo do Arouche,
302, 12º andar, Vila Buarque, São Paulo, CEP 01219-010, ou à Empresa
contratada, cujo endereço constará do edital de abertura de inscrição, os
seguintes documentos:
5.3.1 laudo médico, atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência,
com expressa referência ao código correspondente à Classificação
Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência,
inclusive para assegurar a previsão de adaptação da sua prova;
5.3.2 se for o caso, requerimento explicitando as condições diferenciadas de
que necessita para a realização da prova;
5.3.3 o candidato que necessitar de prova especial (braile ou ampliada)
deverá requerê-la durante o período de inscrição, pessoalmente, ou via
SEDEX, à Empresa contratada, cujo endereço constará do edital de abertura de
inscrição;
5.3.4 o candidato que não o fizer até o término do período de inscrição,
seja qual for o motivo alegado, não terá a prova especial preparada;
5.3.5 o candidato portador de total deficiência visual, somente prestará
prova, mediante leitura, através do sistema braile e suas respostas deverão
ser transcritas, também, em braile; para tanto, deverá portar, no dia da
prova, reglete e punção ou máquina específica;
5.4 a aptidão física do candidato para o exercício da atividade será
comprovada, em perícia médica, conforme item 3 do inciso IX destas
Instruções Especiais.
6. No caso de
inscrição por procuração pública ou particular, serão exigidas a entrega do
respectivo mandato, acompanhado de cópia autenticada do documento de
identidade do candidato, e a apresentação da identidade do procurador. O
candidato assumirá as conseqüências de eventuais erros cometidos por seu
procurador ao efetuar a inscrição. No caso de procuração por instrumento
particular, deveráconstar a firma do outorgante . A procuração ficará retida
no Banco;
6.1 nenhum documento será retido no momento da inscrição, exceto no caso
previsto no caput deste item.
7. O candidato
poderá, também, efetuar sua inscrição, via Internet, conforme instruções a
serem divulgadas através de edital;
7.1 a Secretaria de Estado da Educação e a Empresa contratada não se
responsabilizam por solicitação de inscrição via Internet, não recebida, por
motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação,
congestionamento de linhas de comunicação, bem como outros fatores que
impossibilitem a transferência de dados;
7.2 o não cumprimento das instruções para inscrição pela Internet implicará
a não efetivação da inscrição.
8. Efetivada a
inscrição, não serão aceitos pedidos para alteração da opção de disciplina
e/ou Diretoria de Ensino.
9. Não serão
recebidas inscrições por via postal, por depósito bancário em caixa
eletrônico, condicional, fac-símile ou fora do período estabelecido em
Edital.
10. A
devolução da taxa de inscrição somente ocorrerá se o Concurso Público não se
realizar. A responsabilidade pela devolução recairá sobre a Empresa
contratada.
V - DA PROVA E
DOS TÍTULOS
1. O concurso
constará de 1(uma) prova sobre Formação Básica do Professor e sobre Formação
Específica do Professor, para cada disciplina objeto do concurso, versando
sobre Perfil, Temário e Bibliografia de Referência, constantes do Comunicado
SE de 4, publicado no DO de 05/07/2003, que faz parte integrante destas
Instruções Especiais, disciplinadoras do concurso;
1.1 a prova será constituída de 2 (duas) partes:
1.1.1 a 1ª parte da prova, de caráter eliminatório, será composta de 80
(oitenta) questões objetivas e,
1.1.2 a 2ª parte da prova, de caráter eliminatório, será composta de 4
(quatro) questões dissertativas;
1.1.3 as questões referentes à Formação Básica do Professor, comuns a todas
as disciplinas, deverão ser elaboradas, diferentemente, para as disciplinas
que serão realizadas em dias alternados, assim distribuídas:
1.1.3.1 primeiro dia: Português, Matemática, História, Química e Biologia.
1.1.3.2 segundo dia: Inglês, Ciências Físicas e Biológicas, Geografia,
Educação Artística e Física;
1.1.4 a 1ª e a 2ª partes da prova serão realizadas, no mesmo dia,
seqüencialmente, nos municípios-sede das 89 Diretorias de Ensino da
Secretaria de Estado da Educação, obedecendo à distribuição das disciplinas,
em dias alternados, conforme consta do subitem 1.1.3 deste inciso, com
duração, data e horários a serem determinados pela Secretaria de Estado da
Educação.
2. Os títulos
serão avaliados de acordo com o inciso VIII destas Instruções Especiais.
VI - DA
REALIZAÇÃO DA PROVA
1. A prova
será realizada no município-sede da Diretoria de Ensino de opção do
candidato, em dia, hora e local previamente determinados em Edital, a ser
publicado no Diário Oficial do Estado, com antecedência mínima de 5 (cinco)
dias.
2. O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova, com
antecedência mínima de 30 minutos, munido de:
2.1 caneta preta , lápis preto nº 2 e borracha macia;
2.2 comprovante de inscrição;
2.3 original de um dos documentos de identidade a seguir especificados;
2.3.1 Cédula de Identidade (RG);
2.3.2 Carteiras de Órgãos ou Conselhos de Classe;
2.3.3 Carteira de Trabalho e Previdência Social;
2.3.4 Certificado Militar.
3. O candidato será considerado eliminado do concurso, se:
3.1 apresentar-se após o horário estabelecido;
3.2 não comparecer à prova seja qual for o motivo alegado;
3.3 não apresentar documento de identidade exigido;
3.4 ausentar-se da sala de prova sem acompanhamento do fiscal ou antes de
decorrida uma hora do início da prova;
3.5 estiver portando ou fazendo uso de qualquer tipo de equipamento
eletrônico de comunicação;
3.6 lançar mão de meios ilícitos para execução da prova;
3.7 não devolver, integralmente, o material recebido;
3.8 perturbar a ordem dos trabalhos e,
3.9 for surpreendido comunicando-se com outro candidato ou terceiros,
verbalmente ou por escrito.
4. Não haverá segunda chamada para a prova, sob qualquer alegação.
VII - DA
AVALIAÇÃO DA PROVA
1. A prova
será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, com utilização do
escore bruto, na seguinte conformidade:
1.1 a 1ª parte da prova (objetiva) será avaliada na escala de 0 (zero) a 80
(oitenta) pontos, valendo 1 (um) ponto cada questão;
1.1.1 será considerado aprovado na 1ª parte da prova (objetiva), o candidato
que obtiver nota igual ou superior a 40 (quarenta) pontos;
1.1.2 não serão computadas questões não assinaladas, questões que contenham
mais de uma resposta ou questões rasuradas;
1.2 a 2ª parte da prova (dissertativa) será avaliada na escala de 0 (zero) a
20 (vinte) pontos, valendo 5 (cinco) pontos cada questão;
1.2.1 somente os candidatos aprovados na 1ª parte da prova (objetiva) terão
corrigida a 2ª parte da prova (dissertativa);
1.2.2 será considerado aprovado, na 2ª parte da prova (dissertativa), o
candidato que obtiver nota igual ou superior a 5 (cinco) pontos;
1.3 as notas da 1ª parte da prova (objetiva) e da 2ª parte da prova
(dissertativa) serão somadas, obtendo-se o total de pontos que será
considerado como nota do candidato na prova;
1.4 a avaliação da parte objetiva da prova será efetuada por processamento
eletrônico e da parte dissertativa, pela Banca Examinadora;
1.5 seja qual for o motivo alegado, não haverá vista de prova;
1.6 o Departamento de Recursos Humanos da SE fará publicar no Diário Oficial
do Estado a relação nominal dos candidatos aprovados e a relação, pelo
número de inscrição, dos não aprovados no concurso.
VIII - DOS
TÍTULOS E SUA AVALIAÇÃO
1. Os
candidatos constantes na relação de aprovados, conforme o subitem 1.6 do
inciso VII serão convocados, por meio de Edital, a ser publicado no Diário
Oficial do Estado, para entrega dos títulos, para fins de análise, avaliação
e desempate.
2. Todo o trabalho de recebimento, análise e avaliação dos títulos será
executado pela Diretoria de Ensino de opção do candidato.
3. Os títulos apresentados pelos candidatos serão avaliados na escala de 0
(zero) a 10 (dez) pontos, obedecida a data-base de 30/07/2003.
4. Serão considerados títulos, com os valores a seguir especificados:
4.1 Doutorado na disciplina objeto de inscrição ou na área de Educação: 6,00
(seis) pontos - máximo de 6,00 (seis) pontos,
4.2 Mestrado na disciplina objeto de inscrição ou na área de Educação: 3,00
(três) pontos - máximo de 3,00 (três) pontos.
4.3 estabilidade no serviço público estadual, nos termos do § 1º do artigo
19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição
Federal - 1,00 (um) ponto - máximo de 1,00 (um) ponto;
4.3.1 o serviço público estadual acima citado deverá ser comprovado, através
da publicação da apostila da declaração de estabilidade (xerocópia da folha
inteira do Diário Oficial do Estado).
5. Os diplomas ou certificados de Doutorado ou Mestrado, na disciplina
objeto de inscrição ou na área da Educação serão avaliados, desde que os
cursos estejam devidamente credenciados pelo Conselho Federal de Educação
e/ou reconhecidos pelo Ministério da Educação e do Desporto, e quando
realizados no exterior, revalidados por Universidades Oficiais, que
mantenham cursos congêneres, credenciados junto aos órgãos competentes;
5.1 no ato de juntada de títulos, caberá ao candidato comprovar o
credenciamento ou revalidação do curso;
5.2 é vedada a atribuição cumulativa dos pontos dos títulos de Doutor ou
Mestre quando o menor for utilizado para obtenção do maior;
5.3 na ausência do diploma, deverá ser entregue xerocópia de Certificado de
Conclusão, acompanhado do respectivo Histórico Escolar, expedido por
Instituição de Educação Superior, que comprove a conclusão do referido curso
e que o mesmo esteja devidamente reconhecido/credenciado.
6. Cópia da declaração do Imposto de Renda (ano-base 2002) ou cópia da
certidão de nascimento dos filhos dependentes, para comprovação dos encargos
de família, para fins de desempate, nos termos do item 5 do inciso IX destas
instruções..
7. Após a apresentação dos Títulos para avaliação/desempate, não será
permitida a juntada ou substituição de quaisquer documentos.
IX - DA
CLASSIFICAÇÃO
1. A nota
final de cada candidato aprovado será igual à soma das notas obtidas na
prova (parte objetiva e parte dissertativa) com os pontos atribuídos aos
títulos.
2. O Departamento de Recursos Humanos/SE fará publicar, no Diário Oficial do
Estado, a 1ª Classificação e a Classificação Final dos candidatos aprovados,
por disciplina, por ordem decrescente da nota final obtida, em Nível de
Estado, em duas listagens:
- Lista Geral (todos os aprovados)
- Lista Especial (aprovados portadores de deficiência).
3. No prazo de 5 (cinco) dias, contado da publicação da 1ª Classificação
(Lista Geral e Lista Especial), os candidatos portadores de deficiência
deverão submeter-se à perícia médica, para verificação da compatibilidade de
sua deficiência com o exercício das atribuições do cargo, conforme dispõe o
artigo 3º da Lei Complementar nº 683/92;
3.1 a perícia será realizada no Órgão Médico Oficial do Estado, por
especialista na área da deficiência de cada candidato;
3.2 quando a perícia concluir pela inaptidão do candidato, constituir-se-á
junta médica para nova inspeção, da qual poderá participar profissional
indicado pelo interessado;
3.3 a indicação do profissional pelo interessado deverá ser feita no prazo
de 5 (cinco) dias, contados da ciência do laudo inicial;
3.4 a junta médica deverá apresentar a conclusão no prazo de 5 (cinco) dias,
contados da realização do exame, e
3.5 não caberá recurso da decisão proferida pela junta médica.
4. Realizados os exames de que trata o item anterior, o candidato que for
considerado inapto, pelo Órgão Médico Oficial do Estado, será excluído da
Classificação Final (Lista Geral e Lista Especial), em Nível de Estado;
4.1 o candidato que não tiver configurada sua deficiência, pelo Órgão Médico
Oficial do Estado, constará somente da Lista Geral.
5. Para efeito de desempate prevalecerão, sucessivamente:
5.1 a maior nota na prova;
5.2 a maior nota na 1ª parte da prova (objetiva);
5.3 a maior nota na 2ª parte da prova (dissertativa);
5.4 o maior total de pontos atribuídos aos títulos;
5.5 a maior idade;
5.6 o maior número de dependentes ou o número de filhos dependentes,
comprovado através da cópia da declaração de Imposto de Renda (ano-base
2002) ou cópia da certidão de nascimento dos filhos, a ser juntada no
período de apresentação dos títulos.
X - DOS
RECURSOS
1. O candidato
poderá protocolar recurso, na Empresa contratada do gabarito e do resultado
da prova, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, contado a partir das
respectivas publicações, no Diário Oficial do Estado.
2. O candidato poderá protocolar recurso, na Diretoria de Ensino de opção,
da 1ª Classificação e da avaliação dos títulos, no prazo de 3 (três) dias
úteis, contado da data determinada em Edital.
3. Compete:
3.1 à Empresa contratada, a decisão dos recursos referentes ao gabarito e ao
resultado da prova;
3.2 ao Dirigente Regional de Ensino, a análise e avaliação dos títulos;
3.3 ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos/SE, a decisão dos
recursos referentes à avaliação dos títulos e à 1ª Classificação dos
candidatos.
4. Os recursos interpostos, em desacordo com o estabelecido nos itens
anteriores e fora dos prazos determinados, serão indeferidos.
XI - DA
HOMOLOGAÇÃO
1. A
homologação do concurso será publicada no Diário Oficial do Estado, no prazo
de 15 (quinze) dias, contados a partir da publicação da Classificação Final,
em Nível de Estado (Lista Geral e Lista Especial).
2. O prazo de validade do Concurso Público será de 2 (dois) anos, contados a
partir da publicação de sua homologação, prorrogável uma vez, por igual
período, nos termos do artigo 37, inciso III da Constituição Federal.
3. A publicação da Classificação Final, em Nível de Estado, com a indicação
do nome dos candidatos, número de registro geral (RG), nota final e
classificação obtida, devidamente homologada, constituirá prova de
habilitação no concurso, conforme dispõe o artigo 15 do Decreto Nº
21.872/1984, que regulamenta a realização de Concursos Públicos no âmbito
estadual;
3.1para a comprovação de aprovação em Concurso Público é necessário
apresentar cópia de página inteira do Diário Oficial do Estado, constando o
"cabeçalho de assunto" (trecho que comprova qual o concurso em questão e que
se trata de resultado final) e página inteira do Diário Oficial do Estado,
constando o nome, a nota e a classificação final do candidato;
3.2 a critério da Administração, poderá ser fornecido aos candidatos
aprovados e classificados Certificado de Aprovação a ser entregue,
oportunamente, conforme comunicado a ser publicado no Diário Oficial do
Estado.
XII - DAS
DISPOSIÇÕES GERAIS
1. Os
candidatos aprovados e classificados serão convocados, através do Diário
Oficial do Estado, pelo Diretor do Departamento de Recursos Humanos, para
procederem à escolha de vagas remanescentes do Concurso de Remoção da
respectiva disciplina, obedecida, rigorosamente, a ordem de Classificação
Final, em Nível de Estado (Lista Geral e Lista Especial).
2. O Diário Oficial do Estado publicará a relação de vagas remanescentes do
Concurso de Remoção e o número de cargos vagos existentes, com antecedência
de, no mínimo, 5 (cinco) dias úteis da data da escolha .
3. Os critérios de distribuição de cargos a serem adotados, quando das
sessões de escolha de vagas, serão, oportunamente, publicados no Diário
Oficial do Estado, através de Edital.
4. O número de cargos a ser oferecido aos candidatos da Lista Especial, será
correspondente ao cálculo de 5% dos cargos vagos existentes. Caso a
aplicação do percentual de que trata este item resulte em número fracionado
este deverá ser elevado até o 1º número inteiro subseqüente.
5. Quando o número de candidatos classificados na Lista Especial for
insuficiente para prover os cargos reservados, os cargos restantes serão
revertidos para os candidatos classificados na Lista Geral.
6. Publicada a relação de vagas, não poderá haver alteração para inclusões
ou exclusões, exceto para atender decisões judiciais, aproveitamento de
adidos e reorganização/extinção/fusão/desativação de unidades escolares.
7. Os dias, horários e locais da realização das sessões de escolha de vagas
serão publicados no Diário Oficial do Estado, com antecedência de, no
mínimo, 5 (cinco) dias úteis da data da escolha.
8. O candidato atendido terá exauridos seus direitos no concurso.
9. O candidato convocado, que não comparecer à sessão de escolha ou dela
desistir, terá esgotados seus direitos no concurso, observado o disposto no
item 13 deste inciso.
10. Processada a escolha de vagas pelo candidato ou seu procurador, não será
permitida, sob qualquer pretexto, a desistência ou nova escolha.
11. O candidato que escolher vaga, após nomeado, poderá participar de
Concurso de Remoção, somente após decorridos 2 (dois) anos do início do
exercício no cargo.
12. Os cargos vagos escolhidos e não providos, somente poderão ser
oferecidos aos demais candidatos classificados, após a realização de
Concurso de Remoção.
13. A critério da Administração, restando vagas, respeitando-se o prazo de
validade do concurso e, após a manifestação quanto à escolha de vagas por
parte de todos os candidatos classificados, poderá ocorrer o aproveitamento
dos aprovados que não atenderam à convocação para escolha de vagas ou dela
desistiram, bem como dos que deixaram de tomar posse.
14. O ato de inscrição implicará, por parte do candidato, o conhecimento e
compromisso de aceitação destas Instruções Especiais e demais normas
disciplinadoras do concurso.
15. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar, pelo Diário
Oficial do Estado, as publicações de todos os Editais e Comunicados,
referentes a este concurso.
16. O Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação
do Estado de São Paulo expedirá normas complementares que farão parte
integrante destas Instruções Especiais.
17. A Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo e a Empresa
contratada eximem-se das despesas com viagens e estadias dos candidatos, em
qualquer fase do Concurso Público.
18. Em anexo, Perfil, Temário e Bibliografia.
D - PERFIL,
TEMÁRIO E BIBLIOGRAFIA
PERFIL DO
PROFISSIONAL
1. Como gestor do processo de ensino e de aprendizagem, é responsável:
* pela condução do processo de ensinar e aprender, capaz de realizar um
ensino de boa qualidade que resulte em aprendizagens significativas e bem
sucedidas, permitindo a inclusão de jovens e adolescentes no mundo da
cultura, da ciência, da arte e do trabalho;
* pelo desenvolvimento de valores, de atitudes e do sentido de justiça,
essenciais ao convívio social, solidário e ético, ao aprimoramento pessoal e
à valorização da vida;
* pela docência de componentes curriculares do ciclo II do ensino
fundamental e do ensino médio que:
- trabalha com a pluralidade social e cultural, respeitando a diversidade
dos alunos;
- conhece as necessidades dos alunos para melhor compreendê-los e
assegurar-lhes a oportunidade de atingir níveis adequados de aprendizagem;
- demonstra domínio de conhecimentos de sua área específica de atuação que
garanta aos alunos o desenvolvimento das competências e habilidades
cognitivas, sociais e afetivas;
- elabora e desenvolve o plano de ensino a partir dos indicadores de
desempenho escolar e das diretrizes definidas pelos Conselhos de Educação e
pela Secretaria da Educação;
- utiliza metodologias de ensino que possibilitem romper com os limites do
componente curricular mediante abordagens contextualizadas e
interdisciplinares;
- organiza e utiliza adequadamente os ambientes de aprendizagem, os
equipamentos e materiais pedagógicos e os recursos tecnológicos disponíveis
na escola;
- implementa processo de avaliação do desempenho escolar dos alunos que
assegure o acompanhamento contínuo e individual da aprendizagem;
- desenvolve atividades de reforço e recuperação que promovam avanços
significativos na aprendizagem.
2. Como integrante da equipe escolar, compartilha da construção coletiva de
uma escola pública de qualidade e atua na gestão da escola:
* estimulando e consolidando uma escola cidadã, participativa e inclusiva;
* formulando e implementando a proposta pedagógica;
* articulando a integração escola-família-comunidade, de modo a favorecer o
fortalecimento dessa parceria;
* incentivando o engajamento dos alunos e da escola em projetos ou ações de
relevância social;
* participando de todos os momentos de trabalho coletivo, em especial os
HTPCs, Conselhos de Classe/Série, Conselho de Escola e APM;
* analisando sistematicamente os resultados obtidos nos processos internos e
externos de avaliação com vistas à consecução das metas coletivamente
estabelecidas;
* acompanhando e avaliando os projetos desenvolvidos pela escola e os seus
impactos no desempenho escolar dos alunos;
* participando de ações de formação continuada que visem ao aperfeiçoamento
profissional.
FORMAÇÃO
BÁSICA DO PROFESSOR
TEMÁRIO
1. Educação
escolar: desafios e compromissos
a) a relevância do conhecimento, as exigências de um novo perfil de cidadão
e as atuais tendências da educação escolar;
b) c
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urrículo e cidadania: saberes voltados para o desenvolvimento de
competências cognitivas, afetivas, sociais e culturais;
c) fundamentos e diretrizes do ensino fundamental e médio, da educação de
jovens e adultos e da educação especial;
d) escola inclusiva como espaço de acolhimento, de aprendizagem e de
socialização;
e) pedagogias diferenciadas: progressão continuada, correção de fluxo,
avaliação por competências, flexibilização do currículo e da trajetória
escolar.
2. Gestão escolar e qualidade do ensino
a) a construção coletiva da proposta pedagógica da escola: expressão das
demandas sociais, das características multiculturais e das expectativas dos
alunos e dos pais;
b) o trabalho coletivo como fator de aperfeiçoamento da prática docente e da
gestão escolar;
c) o envolvimento dos professores na atuação dos colegiados e das
instituições escolares com vistas à consolidação da gestão democrática da
escola;
d) a importância dos resultados da avaliação institucional e da avaliação do
desempenho escolar no processo de melhoria da qualidade do ensino;
e) o protagonismo juvenil no cotidiano escolar: uma forma privilegiada de
aprender e socializar saberes, praticar o convívio solidário, desenvolver
valores de uma vida cidadã e enfrentar questões associadas à indisciplina e
à violência;
f) o papel do professor na integração escola-família;
g) a formação continuada como condição de construção permanente das
competências que qualificam a prática docente.
3. Gestão do processo de ensino e de aprendizagem
a) o ensino centrado em conhecimentos contextualizados e ancorados na ação;
b) o uso de metodologias voltadas para práticas inovadoras;
c) o processo de avaliação do desempenho escolar como instrumento de
acompanhamento do trabalho do professor e dos avanços da aprendizagem do
aluno;
d) o reforço e a recuperação: parte integrante do processo de ensino e de
aprendizagem para atendimento à diversidade de características, de
necessidades e de ritmos dos alunos;
e) os ambientes e materiais pedagógicos, os equipamentos e os recursos
tecnológicos a serviço da aprendizagem;
f) a relação professor-aluno: construção de valores éticos e desenvolvimento
de atitudes cooperativas, solidárias e responsáveis.
BIBLIOGRAFIA
1.
Referenciais legais
Constituição da República Federativa do Brasil - promulgada em 5 de
outubro de 1988. Artigos 5º, 37 ao 41, 205 ao 214, 227 ao 229.
Lei Federal Nº 9394/1996 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.
Lei Nº 10.261/1968 - com as alterações introduzidas pela Lei
Complementar Nº 942/2003 - Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos
Civis do Estado de São Paulo. Artigos 46 ao 86, 176, 181 a 216, 241 a 244,
251 a 263.
Lei Federal Nº 8069/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do
Adolescente.
Lei Complementar Nº 444/1985 - Dispõe sobre o Estatuto do Magistério
Paulista. Artigos 61 a 63 e artigo 95.
Parecer CNE/CEB Nº 04/1998 - Diretrizes Curriculares para o Ensino
Fundamental.
Indicação CEE Nº 08/2001- Diretrizes Curriculares para o Ensino
Fundamental no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.
Deliberação CEE Nº 09/1997 e
Indicação CEE n.º 08/1997 - Institui no Sistema de Ensino Fundamental do
Estado de São Paulo o Regime de Progressão Continuada.
Parecer CNE/CEB Nº 15/1998 - Diretrizes Curriculares para o Ensino
Médio.
Indicação CEE Nº 09/2000 - Diretrizes para a implementação do Ensino
Médio no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.
Parecer CNE/CEB Nº 11/2000 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação de Jovens e Adultos.
Deliberação CEE Nº 09/2000 e Indicação CEE Nº 11/2000 - Estabelece
diretrizes para a implementação, no Sistema de Ensino do Estado de São
Paulo, dos cursos de Educação de Jovens e Adultos de níveis fundamental e
médio, instalados ou autorizados pelo poder público.
Parecer CNE/CEB Nº 17/2001 - Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Especial.
Deliberação CEE Nº 05/2000 e Indicação CEE Nº 12/1999 - Fixa normas para
a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na
educação básica do sistema estadual de ensino.
Parecer CEE Nº 67/1998 - Normas regimentais básicas para as escolas
estaduais.
2. Publicações
Institucionais
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação
Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental -
Introdução dos Parâmetros Curriculares. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL.
Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental; temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL.
Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais. Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Documento Básico 2002.
Brasília: MEC/INEP, 2002.
SÃO PAULO.
Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
Formação disciplinar e desenvolvimento de competências na Educação Básica.
In: Projeto escola nas férias: mais uma oportunidade de aprender; subsídios.
São Paulo: SE/CENP, 1998. p. 7-12.
SÃO PAULO.
Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
Lendo e Aprendendo. Manual de orientação para escolha de livros: PNLD.
SP-2001-2002. São Paulo: SE/CENP, 2001. p. 16-29.
SÃO PAULO.
Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
A recuperação escolar em um contexto de projeto e avaliação. Projetos de
vida dos alunos e o projeto pedagógico da escola. In: Escola nas férias:
Aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2002. p. 10 -30.
SÃO PAULO.
Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
A construção da proposta pedagógica da escola. São Paulo: SE/CENP, 2000.
SÃO PAULO.
Secretaria de Estado da Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
Ensinar e Aprender - Volume Impulso Inicial. São Paulo: SE/CENP, 2002.
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Secretaria de Estado da Educação. Fundação para o Desenvolvimento da
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Gestão Escolar: como transformar a rotina em desafio? In: Revista de
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TAILLE, Yves de L. A indisciplina e o sentimento de vergonha. In: AQUINO,
Júlio Groppa (org.). Indisciplina na escola: Alternativas teóricas e
práticas. São Paulo: Summus, 1996.
FORMAÇÃO
ESPECÍFICA DO PROFESSOR
Disciplina:
PORTUGUÊS
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir constitui-se em referencial para
avaliar o candidato em relação aos conhecimentos específicos da área, sua
aplicação didática e metodológica nas práticas de linguagem em sala de aula,
bem como dos fundamentos que estruturam o trabalho com Língua Portuguesa no
desenvolvimento do currículo da Educação Básica.
1. LINGUAGEM, INTERLOCUÇÃO E DIALOGISMO
Língua e linguagem: função simbólica (representação de mundo) e função
comunicativa (interação social, ação lingüística); dimensões da linguagem
(semântica, gramatical e pragmática); discurso e texto; texto e elementos
constitutivos do contexto de produção; gêneros do discurso: estrutura,
seqüências discursivas predominantes e marcas lingüísticas recorrentes,
dialogia e intertextualidade.
2. VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, NORMA E ENSINO DA LÍNGUA
Modalidades, variedades, registros; concepções de gramática: normativa ou
prescritiva, descritiva, internalizada; diferenças entre padrões do oral e
do escrito; norma culta; organização estrutural dos enunciados: propriedades
morfológicas (flexão e processos derivacionais) e sintáticas (forma e função
dos elementos da estrutura da sentença e dos sintagmas constituintes);
conexão entre orações e períodos: parataxe, coordenação e subordinação;
léxico: campos lexicais, redes semânticas, arcaísmos, neologismos,
estrangeirismos, regionalismos, jargões, gíria.
3. PRÁTICAS DE LEITURA E DE PRODUÇÃO DE TEXTO
O texto como unidade de sentido: mecanismos de coesão e fatores de
coerência; texto e leitor: procedimentos de leitura; tipos de atividades de
escrita (transcrição, reprodução, paráfrase, resumo, decalque, criação);
procedimentos de refacção do texto (substituição, acréscimo, eliminação,
permutação).
4. LITERATURA
A dimensão estética da linguagem; instâncias de produção e de legitimação da
produção literária; pactos de leitura: leitor e obra; a literatura e sua
história: paradigmas estéticos e movimentos literários em língua portuguesa;
teatro e gênero dramático; romance, novela, conto e gêneros narrativos;
poema e gêneros líricos; intertextualidade e literatura.
BIBLIOGRAFIA
ABAURRE, M. B. M., FIAD, R. S. e MAYRINK-SABINSON, M. L. T. Cenas de
aquisição da escrita: o sujeito e o trabalho com o texto. Campinas: ALB e
Mercado de Letras, 2001.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BOSI, A. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix,
1997.
BRASIL. MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Parâmetros Curriculares de Língua
Portuguesa - 3o e 4o ciclos. Brasília: MEC / SEF, 1998.
BRASIL. MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Parâmetros Curriculares Nacionais
- Ensino Médio. Brasília: MEC / SEMTEC, 2002. p. 123-199.
BRASIL. MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PCN+ Ensino Médio: Orientações
Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais /
Linguagens e Códigos e suas Tecnologias. Brasília: MEC / SEMTEC, 2002.
CÂMARA JR., J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 2002.
CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira (volume único). Belo
Horizonte: Itatiaia, 2000.
CASTILHO, A. T. A língua falada no ensino de português. São Paulo: Contexto,
1998.
CHIAPPINI, L. e CITELLI, A. (coord.). Outras linguagens na escola:
publicidade, cinema e TV, rádio, jogos, informática. São Paulo: Cortez,
2000.
CUNHA, C. e CINTRA l. Nova gramática do português. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2001.
FIORIN, J. L. (org.). Introdução à lingüística I: Objetos teóricos. São
Paulo: Contexto, 2002.
FIORIN, J. L. (org.). Introdução à lingüística II: Princípios de análise.
São Paulo: Contexto, 2003.
GERALDI, J. W. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
ILARI, R. Introdução ao estudo do léxico: brincando com as palavras. São
Paulo: Contexto, 2002.
ILARI, R. Introdução à semântica: brincando com a gramática. São Paulo:
Contexto, 2001.
KLEIMAN, A. B. Texto eleitor. Campinas: Pontes, 1997.
KOCH, I. V. O texto e a construção de sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
LAJOLO, M. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.
MARCUSCHI, L. C. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São
Paulo: Cortez, 2001.
MOISÉS, M. A Literatura portuguesa. São Paulo: Cultrix, 1997.
MESERANI, S. O intertexto escolar: sobre leitura, aula e redação. São Paulo:
Cortez, 1995.
PAULINO, G., WALTY, I., F., M. N., CURY, M. Z. Tipos de texto, modos de
leitura. Belo Horizonte: Formato, 2001.
POSSENTI, S. Discurso, estilo e subjetividade. São Paulo: Martins Fontes,
2001.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-77.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-62.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,
1998.
Disciplina:
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
TEMÁRIO
Os tópicos relacionados a seguir são referenciais para avaliar o candidato
em relação ao saber arte, enquanto área de conhecimento e linguagem, a
história de sua produção, seu objeto de estudo e saberes específicos em
dança, teatro, música e artes visuais. São também referenciais para
avaliá-lo com relação ao saber ser professor de arte: quanto aos fundamentos
que estruturam o trabalho curricular da Educação Artística e quanto aos
aspectos didáticos- metodológicos desses conhecimentos na prática da sala de
aula.
1. ARTE - ÁREA DE CONHECIMENTO
A especificidade do conhecimento artístico e estético; a produção artística
da humanidade em diversas épocas, diferentes povos, países, culturas;
identidade e diversidade cultural; a contextualização conceitual, social,
política, histórica, filosófica e cultural da produção artístico-estética da
humanidade.
2. ARTE - LINGUAGEM
O homem - ser simbólico; arte: sistema semiótico de representação; os signos
não verbais; as linguagens da arte: visual, audiovisual, música, teatro e
dança; construção/produção de significados nas linguagens artísticas;
leitura e interpretação significativas de mundo; a fruição estética e o
acesso aos bens culturais; percepção e análise; elementos e recursos das
linguagens artísticas;
3. ARTE E EDUCAÇÃO
O papel da arte na educação; o professor como mediador entre a arte e o
aprendiz; o ensino e a aprendizagem em arte; fundamentação
teórico/metodológica; o fazer artístico, a apreciação estética e o
conhecimento histórico da produção artística da humanidade, na sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e
novos tempos. São Paulo: Perspectiva, 1994.
BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos (org.). Inquietações e mudanças no ensino da
arte. São Paulo: Cortez, 2002.
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2000.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte -
Ensino fundamental. Brasília: SEF/MEC, 1998.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino
médio. Brasília: Semtec/MEC, 2002. p. 123-199.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. PCN + Ensino Médio - Orientações
Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, Códigos e
suas Tecnologias. Brasília: MEC;SEMTEC, 2002.
CALABRESE, Omar. A linguagem da arte. Rio de Janeiro: Globo, 2002.
CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos Editorial,
1999.
COLI, Jorge. O que é arte. 9.ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.
COURTNEY, Richard. Jogo, teatro e pensamento. As bases intelectuais do
teatro na educação. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.
DOMINGUES, Diana. (org). A arte no século XXI - A humanização das
tecnologias. São Paulo: UNESP, 1997.
FERRAZ, M. Heloísa C. e FUSARI, Maria F. de Rezende. Metodologia do ensino
da arte. São Paulo: Cortez, 1993.
GOMBRICH, Ernest H. A história da arte. São Paulo: LTC, 1996.
HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de
trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do ensino de teatro. Campinas: Papirus, 2001.
p.15 - 79.
JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990.
KOUDELA, Ingrid D. Jogos teatrais. 4.ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.
MARQUES, Isabel A. Ensino de dança hoje: textos e contextos. São Paulo:
Cortez, 1999.
MARQUES, Isabel A. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003.
MARTINS, Mírian Celeste; GUERRA, M. Terezinha Telles; Picosque, G. Didática
do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São
Paulo: FTD, 1998.
MENUHIN, Yehudi; Davis, Curtis W. A música do homem. 2.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1990.
PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
PIMENTEL, Lúcia Gouveia (org). Som, gesto, forma e cor: dimensões da arte e
seu ensino. Belo Horizonte: C/Arte, 1996. p. 07- 61.
PORTINARI, Maribel. História da dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.
SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. (Série Primeiros Passos). 12.ed. São
Paulo: Brasiliense, 1983.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-77.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-62.
SCHAFFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 1991.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São
Paulo: 34, 1998.
Disciplina:
INGLÊS
TEMÁRIO
The present contents are a reference to assess the candidate specific
knowledge about English language and about the learning process and teaching
practices for the curriculum development.
I. Learning a foreign language:
1) Language as discourse - The candidate should show command of the target
language on three different types of knowledge:
a) Contextual knowledge (knowledge of the interlocutors, place, time and
objective of the communicative event. For instance, when looking at
advertisements and deciding the public to whom it was intended, the media
where it will be shown, the aim to be reached, etc.);
b) Textual knowledge (different textual organizations of the communicative
event, for instance: description, explanation and argumentation);
c) Systemic/linguistic knowledge (knowledge of the linguistic aspect of the
communicative event - verb tense/aspect, connectors, word choice, etc.).
2) Social uses of language on:
a) Professional environment (genres used in professional environments, such
as giving instructions, explaining content, writing journal articles,
lecturing. Knowledge of the type of text organization that these genres
demand);
b) Students' possible needs (some of the genres that students may need:
press genres (news), publicity (advertisements), manuals, curriculum vitae,
e-mails, songs, poetry, literature, etc.).
3) Language - history and culture:
a) Themes related to international issues (for example, economy, politics,
people, places, culture, environment, health, science and technology);
b) Historical and cultural background of English speaking countries, such as
England, Ireland, the United States, Australia, South Africa, India;
c) Remarkable writers: William Shakespeare, Emily Brönte, Charlotte Brönte,
Charles Dickens, Ernst Hemingway, Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, T. S. Eliot,
James Joyce, Virginia Woolf.
II. Language teaching:
Education for citizenship (including aspects pertaining to temas
transversais), the process of teaching and learning a foreign language (including
interaction in the foreign language classroom), the reflective teacher, the
role of the English language in the curriculum.
BIBLIOGRAFIA
BAKHTIN, M. / VOLOCHÍNOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução
do francês de Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec,
1999.
BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. Tradução
do francês de Maria Ermantina Galvão Gomes Pereira. São Paulo: Livraria
Martins Fontes, 1997. p. 277-326.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais para o terceiro e quarto ciclos (5ª a 8ª
série) do ensino fundamental: língua estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Linguagens, Códigos e
suas tecnologias. PCN + Ensino Médio: Orientações curriculares
complementares aos Parâmetros Curriculares. Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Média e tecnológica. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002. p.123-199.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Proposta Curricular para
a educação de jovens e adultos: segundo segmento do ensino fundamental: 5ª a
8ª. v.2. Brasília: MEC; SEF, 2002.
CELANI, M. A. A. (org). Ensino de segunda língua: redescobrindo as origens.
São Paulo: EDUC, 1997.
CELANI, M. A. A. (org.). Professores e formadores em mudança: relato de um
processo de reflexão e transformação da prática. Mercado de Letras, 2003.
CELCE-MURCIA, M. & LARSEN FREE
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MAN, D. The grammar book: an ESL / EFT
teacher's course. Heinle & Heinle, 1998.
CHURCHILL, W. A History of the English Speaking Peoples: a new one-volume
abridgement by Christopher Lee. London, Cassell, 2001.
GIMENEZ, T. Trajetórias na formação de professores de línguas. Londrina:
Eduel, 2002.
GRELLET, F. Developing reading skills. Cambridge (U.K.): Cambridge
University Press, 1981.
HIGH, P. B. G. Outline of american literature. Essex (U.K.): Longman, 1996.
MOITA LOPES, L.P. Oficina em lingüística aplicada. Campinas: Mercado das
Letras, 1996.
THORNLEY, G.C. & ROBERTS, G. Outline of english literature. Essex (U.K.):
Longman, 1996.
Disciplina:
MATEMÁTICA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Matemática - suas
linguagens, seus métodos de investigação, sua contextualização histórica e
social, suas tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É
também um referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o
trabalho curricular em Matemática e quanto à aplicação didática e
metodológica desses conhecimentos na prática da sala de aula.
1. ARITMÉTICA E CONJUNTOS
Elementos de teoria dos conjuntos e noções de lógica; os conjuntos numéricos
(naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais, intervalos); operações
básicas, propriedades, contagem e princípio multiplicativo.
2. ÁLGEBRA
Equações de 1( e 2( graus; funções elementares e suas representações
gráficas: lineares, quadráticas, exponenciais, logarítmicas e circulares;
progressões aritméticas e geométricas; polinômios; números complexos;
matrizes, sistemas lineares e aplicações na informática; fundamentos de
matemática financeira.
3. ESPAÇO E FORMA
Geometria plana, plantas e mapas; geometria espacial; geometria métrica;
geometria analítica; trigonometria; aplicações.
4. TRATAMENTO DE DADOS
Fundamentos de estatística; análise combinatória e probabilidade; análise e
interpretação de informações expressas em gráficos e tabelas.
5. MATEMÁTICA E SOCIEDADE
Conhecimento científico e tecnológico, parte integrante da cultura
contemporânea; a Matemática e seu ensino dentro do atual panorama
sócio-cultural e econômico; ética e cidadania.
BIBLIOGRAFIA
BORIN, Júlia. Jogos e resolução de problemas. (Série CAEM - Volume 6). São
Paulo: Caem/USP, 1995.
BOYER, Carl. História da matemática. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio:
Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias.Brasília:
MEC; SEMTEC, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Matemática (5a a 8a séries) / Secretaria de Educação Fundamental.
Brasília: MEC/ SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Média e Tecnológica. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002. p. 200-273.
BUSSAB, Wilton e MORETTIN, Pedro. Estatística básica. 5.ed. São Paulo:
Saraiva, 2003.
CARRAHER, David. Senso crítico. São Paulo: Pioneira, 1983.
CARRAHER, Terezinha Nunes (org.). Aprender pensando. 16.ed. Petrópolis:
Vozes, 2002.
COURANT, Richard e ROBBINS, Herbert. O que é matemática? Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2000.
IEZZI, Gelson e outros. Coleção fundamentos de matemática elementar. São
Paulo: Atual. 10v.
IFRAH, Georges. Os números - A história de uma grande invenção. São Paulo:
Globo, 1989.
KRULIK, Stephen e REYS, Robert E. (orgs.). A resolução de problemas na
matemática escolar. São Paulo: Atual, 1997.
PARENTE, Eduardo e CARIBÉ, Roberto. Introdução à computação. São Paulo: FTD,
1999.
PARENTE, Eduardo e CARIBÉ, Roberto. Matemática comercial e financeira. São
Paulo: FTD, 1996.
REVISTA DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. São Paulo: Sociedade Brasileira de
Matemática. Edições números: 19, 23, 41, 46 e 51.
ROSA, Ernesto. Didática da Matemática (Capítulos 1, 2 e 3). 11.ed. São
Paulo: Ática, 2001.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. Experiências Matemáticas. São Paulo: SE/CENP, 1994. 4v.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-32 e p.79-95.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.75-110.
SHILOV, G. E. Construindo gráficos. São Paulo: Atual, 1998.
Disciplina:
FÍSICA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Física - seus
fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens, seus métodos de
experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, suas
tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um
referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho
curricular em Física e quanto à aplicação didática e metodológica desses
conhecimentos na prática da sala de aula.
1. MOVIMENTOS - GRANDEZAS, VARIAÇÕES E CONSERVAÇÕES
Movimentos presentes no cotidiano; estimativas de comprimentos, tempos e
velocidades; grandezas relevantes nos movimentos e suas variações;
conservação da quantidade de movimento; forças e leis de Newton; trabalho e
potência; transformações e conservação de energia mecânica; condições de
equilíbrio estático e dinâmico; máquinas e instrumentos de ampliação de
forças; líquidos: vazão e flutuação em sistemas naturais e tecnológicos.
2. GRAVITAÇÃO, TERRA E UNIVERSO
Interações gravitacionais entre objetos na Terra e no Universo; movimentos
da Terra, Lua e Sol e fenômenos astronômicos correspondentes; movimento de
naves e satélites; o Universo e sua evolução; concepções sobre a Terra e o
Universo ao longo da história humana.
3. CALOR, AMBIENTE E ENERGIA
Trocas de calor em fenômenos naturais e tecnológicos; calor, variação de
temperatura e mudanças de estado; propriedades térmicas dos materiais e suas
aplicações; modelo cinético dos gases; gás ideal; fenômenos climáticos e
seus impactos; trabalho mecânico e conservação de energia em processos
térmicos; máquinas térmicas de uso doméstico e social; entropia e
irreversibilidade; produção e uso social de energia e suas implicações
sócio-econômicas e ambientais.
4. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ENERGIA
Aparelhos elétricos: características físicas e transformações de energia;
instalações elétricas simples e condições de utilização segura; consumo de
energia elétrica residencial; fenômenos elétricos e magnéticos; indução
eletromagnética; motores e geradores elétricos e seus usos; produção e
transmissão de energia elétrica e suas implicações.
5. SOM E LUZ
Propagação de ondas e suas características; fontes sonoras; características
físicas de sons; instrumentos musicais; audição humana; poluição sonora.
Fontes de luz e produção de imagens; propriedades físicas da luz; olho
humano e processos da visão; lentes, espelhos e instrumentos ópticos; luz e
cores; interação luz e matéria; modelos de natureza da luz.
6. MATÉRIA E RADIAÇÃO
Modelos de constituição da matéria; o espectro de radiações e suas
características; interação de radiação com a matéria; radioatividade e
energia nuclear; produção de energia nuclear e seus usos; efeitos biológicos
e ambientais das radiações.
7. CIÊNCIA E CULTURA
Conhecimento científico e tecnológico, parte integrante da cultura
contemporânea; ciência como construção histórica e social, processos de
produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos; ética e cidadania.
BIBLIOGRAFIA
AMALDI, Ugo. Imagens da Física: as idéias e as experiências do pêndulo aos
quarks. São Paulo: Scipione, 1995.
BEN-DOV, Yoav. Convite à física. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996.
BERMANN, Célio. Energia no Brasil: para quê? para quem? Crise e alternativas
para um país sustentável. São Paulo: Livraria da Física, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 200-273.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio:
Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília:
MEC; SEMTEC, 2002.
BRODY, David Eliot e BRODY, Arnold R. As sete maiores descobertas
científicas da história. (Capítulos 1 a 4). São Paulo: Companhia das Letras,
1999.
CARVALHO, Ana Maria P.e GIL-PEREZ, Daniel. Formação de professores de
ciências. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2001.
FEYNMAN, Richard. Física em seis lições. 3.ed. Rio de Janeiro: Ediouro,
1999.
FRIAÇA, Amâncio et alli. Astronomia: uma visão geral do universo. (Capítulos
1, 3, 4, 5, 6 e 13). São Paulo: Edusp, 2000.
GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). Física 1: Mecânica. Física
2: Física Térmica e Óptica. Física 3: Eletromagnetismo. São Paulo: Edusp,
1996. 3v.
HAZEN & TREFIL. Saber ciência. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1995.
MARTINS, Roberto de Andrade. Universo: teorias sobre sua origem e evolução.
2.ed. São Paulo: Moderna, 1995.
MENEZES, Luís Carlos de. Ensinar ciências no próximo século. In: HAMBURGER,
Ernst W. (org.). O desafio de ensinar ciências no século XXI. São Paulo:
Edusp, 2000. p. 48-54.
MENEZES, Luís Carlos de. Uma física para o novo ensino médio. In: Física na
Escola, Vol. 1, n.1, Outubro/2000.
OKUNO, E. Radiação: efeitos, riscos e benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.
PIETROCOLLA, Maurício (org.). Ensino de física: conteúdo, metodologia e
epistemologia numa concepção integrada. Florianópolis: Editora da UFSC,
2001.
RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de física.
6.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. 4v.
ROCHA, José Fernando (Org.). Origens e evolução das idéias da física.
Salvador: EDUFBA, 2002.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p. 25-30 e p. 75-110
Disciplina:
QUÍMICA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Química - seus
fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens, seus métodos de
experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, suas
tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um
referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho
curricular em Química e quanto à aplicação didática e metodológica desses
conhecimentos na prática da sala de aula.
1. TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
Reconhecimento, caracterização e interpretação de transformações químicas
que ocorrem no dia-a-dia, na natureza e no sistema produtivo; segurança no
manuseio e armazenagem de substâncias: riscos, prevenção de acidentes e
organização de laboratório.
2. MODELOS INTERPRETATIVOS SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA MATÉRIA E SUAS
TRANSFORMAÇÕES
Das idéias de Dalton ao modelo mecânico-quântico; ligação química; relações
entre propriedades e estruturas das substâncias.
3. PROCESSOS NUCLEARES
Energia nuclear e radioatividade - história, características e aplicações;
impactos ambientais.
4. ASPECTOS TERMODINÂMICOS DAS TRANSFOMAÇÕES
Energia, entalpia, entropia e as Leis da Termodinâmica; Energia nas
transformações químicas e nas mudanças de estado; Energia livre,
espontaneidade, não-espontaneidade e reversibilidade das transformações,
Equilíbrio químico.
5. ASPECTOS CINÉTICOS DAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
Rapidez das transformações químicas - fatores que influem; aspectos
quantitativos; mecanismos de reação.
6. TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS E ENERGIA ELÉTRICA
Processos químicos envolvidos na produção e consumo de energia elétrica.
7. A ÁGUA NO PLANETA TERRA (HIDROSFERA)
Propriedades da água e das soluções aquosas; Soluções aquosas e vida -
critérios de qualidade; tratamento da água, hidrólise, interação ácido-base;
As águas naturais como fontes de matérias-primas para o sistema produtivo;
Poluição das águas.
8. A ATMOSFERA DO PLANETA TERRA
Propriedades dos gases; Atmosfera e sistema produtivo: obtenção de materiais
a partir dos gases atmosféricos; Ação atmosférica sobre diferentes
materiais; Poluição do ar.
9. A LITOSFERA DO PLANETA TERRA
Propriedades dos sólidos; A litosfera como fonte de matérias-primas e
energia para o sistema produtivo; perturbações da litosfera.
10. A BIOSFERA DO PLANETA TERRA
Propriedades e funções dos compostos de carbono; Biosfera e sistema
produtivo; Ciclos biogeoquímicos; Perturbações da biosfera.
11. CIÊNCIA E CULTURA
Conhecimento científico e tecnológico, parte integrante da cultura
contemporânea; ciência como construção histórica e social, processos de
produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos; ética e cidadania.
BIBLIOGRAFIA
BRADY, James E. e HUMISTON, Gerard E. Química Geral. 2.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1995. v.1 e v.2.
BRASIL. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino médio -
orientações educacionais complementares aos parâmetros curriculares
nacionais.
Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC,
2002.
BRASIL. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p.200-273.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP.
Interações e transformações I. 6.ed. São Paulo: Editora da USP, 2000. Livros
do aluno e do professor.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP.
Interações e transformações II. 3.ed. São Paulo: Editora da USP, 2001.
Livros do aluno e do professor.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP.
Interações e transformações III. 2.ed. São Paulo: Editora da USP, 2000.
Livros do aluno e do professor.
GOLDFARB, Ana Maria Alonso. Da alquimia à química. São Paulo: Landy, 2001.
LEE, J.D. Química Inorgânica "não tão"concisa. São Paulo: Edgard Blücher,
1996.
MAAR, Juergen Heinrich. Pequena história da química. Florianópolis:
Papa-Livro, 1999.
MACÊDO, Jorge Antônio Barros. Águas e águas. São Paulo: Varela, 2001.
MENDHAN,J et al. VOGEL - Análise química quantitativa. 6.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2002.
MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de
ciências. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
OKUNO, Emico. Radiação: efeitos, riscos, benefícios. São Paulo: Harbra,
1998.
OLIVEIRA, Renato José. O mito da substância. In: Química Nova na Escola. n.1
Mai 1995. p. 8-11.
PITOMBO, Luiz Roberto de Moraes e LISBOA, Julio Cezar Foschini.
Sobrevivência Humana - um caminho para o desenvolvimento do conteúdo químico
no ensino médio. In: Química Nova na Escola. n.14. Nov 2001. p.31-35.
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Coordenação de Estudos e Normas
Pedagógicas. Organização e segurança no laboratório de química no ensino
médio: orientações gerais para professores de química. 2.ed. São Paulo:
SE/CENP, 2001.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria deEstado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.75-110.
SHREVE, R. Norris e BRINK Jr, Joseph A. Indústrias de processos químicos.
4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1977.
SOLOMONS, T .W. Graham e FRYHLE, Craig. Química orgânica. 7.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001. v.1.
SOLOMONS, T .W. Graham e FRYHLE, Craig. Química orgânica. 7.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002. v.2.
VOGEL, Arthur Israel. Química analítica qualitativa. 5.ed. São Paulo: Mestre
Jou, 1981.
Disciplina:
BIOLOGIA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Biologia - seus
fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens, seus métodos de
experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, suas
tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um
referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturamo trabalho
curricular em Biologia, bem como quanto à aplicação didática e metodológica
desses conhecimentos nas práticas de sala de aula.
1. INTERAÇÕES ENTRE SERES VIVOS
Organização sistêmica da vida; movimentos dos materiais e da energia na
natureza; ação humana e alterações ambientais; problemas ambientais
brasileiros e desenvolvimento sustentável.
2. IDENTIDADE DOS SERES VIVOS
Organização celular da vida, funções vitais básicas; DNA: a receita da vida
e o código genético.
3. DIVERSIDADE DA VIDA
Origem da diversidade; adaptações dos seres vivos a diferentes ambientes;
funções vitais do organismo humano; caracterização e organização dos grandes
grupos de seres vivos; distribuição da vida na Terra; ecossistemas
brasileiros; diversidade ameaçada.
4. TRANSMISSÃO DA VIDA, ÉTICA E MANIPULAÇÃO DO MATERIAL GENÉTICO
Sexo e sexualidade; fundamentos da hereditariedade; genética humana e saúde;
engenharia genética, seus riscos ebenefícios.
5. ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA
Hipóteses da origem da vida e vida primitiva; concepções evolucionistas; a
evolução a partir de Darwin, a síntese moderna; as grandes linhas de
evolução dos seres vivos; origem do ser humano e evoluções culturais.
6. QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES
Saúde, distribuição desigual da saúde pelas populações; agressões à saúde
das populações; prevenção e promoção à saúde; indicadores de saúde, saúde
ambiental.
7. CIÊNCIA E CULTURA
Conhecimento científico e tecnológico, parte integrante da cultura
contemporânea; ciência como construção histórica e social, processos de
produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos; biotecnologia, ética
e cidadania.
BIBLIOGRAFIA
ALBERTS, Bruce [et al.]. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à
biologia molecular da célula. (Capítulos 1, 4, 6, 7, 8, 10 a 19). Porto
Alegre: ARTMED, 1999.
AMARO, Cibele de Moraes. Papel da educação na ação preventiva ao abuso de
drogas e as DST/AIDS. São Paulo: FDE - Diretoria de Projetos Especiais/
Diretoria Técnica, 1996 (série idéias; n. 29).
BARNES R. S. K.; CALOW, P.; OLIVE, P. J. W. Os invertebrados: uma nova
síntese. São Paulo: Atheneu Editora São Paulo, 1995.
BARROSO, C.; BRUSCHINI, C. Sexo e juventude: como discutir sexualidade em
casa e na escola. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Média e Tecnológica. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002. p.215 - 274.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino Médio:
Orientações curriculares complementares aos Parâmetros Curriculares.
Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Média e tecnológica. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002.
BRODY, D. E. e BRODY A. R., As sete maiores descobertas da história
(Introdução, capítulos 4, 5, 6, 7 e Epílogo - A Síntese). São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.
CARVALHO, A. M.P.; GIL - PÉREZ, D. Formação de professores de ciências. São
Paulo: Cortez, 2001. (Col. Questões da Nossa Época, Nº 26).
GRIFFITHS, A .J. F.; [et al.]. Genética moderna. (Capítulos 1 a 8; 12 e 17).
Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001.
MAYOR, D.; FORTI A. Ciência e poder. Campinas: Papirus; Brasília: UNESCO,
1998.
MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução do país
e de suas doenças. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2000. (p.247-431).
MOTA, Suetônio. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
ABES, 2000.
ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca, 1986.
PENA, Sérgio D.J.; CARVALHO-SILVA, Denise R.; ALVES-SILVA, Juliana, PRADO,
Vânia; SANTOS, Fabrício R. Retrato molecular do Brasil. In: Revista Ciência
hoje. Vol. 27 no. 159, Abril 2000.
PINTO, T.; TELLES, da S. Isabel (Orgs.) AIDS e escola: reflexões e propostas
do EDUCAIDS. São Paulo: Cortez, 2002.
PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: E.
Rodrigues, 2001.
RAVEN, P. H.; EVERT R.F; EICHHORN, S. E. Biologia Vegetal. (seções 4, 5 , 6
e 7). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
RAW, I.; SANT´ANNA, O. A. Aventuras da microbiologia. São Paulo: Hacker
Editores/Narrativa Um, 2002.
SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. Escola nas férias - Aprendendo sempre. São Paulo:
SEE/CENP, 2002. p. 75-110.
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal. Adaptação e meio ambiente. 5.ed. São
Paulo: Ed. Livraria Santos, 1999.
STEARNS, S.C. & HOEKSTRA, R.F. Evolução, uma introdução. São Paulo: Atheneu,
2003.
TORTORA, G. J. Corpo humano: Fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto
Alegre: ARTMED, 2000.
Disciplina:
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentado a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Ciências Físicas e
Biológicas - seus fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens,
seus métodos de experimentação e investigação, sua contextualização
histórica e social, suas tecnologias e relações com outras áreas do
conhecimento. É também um referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos
que estruturam o trabalho curricular em Ciências, bem como quanto à
aplicação didática e metodológica desses conhecimentos nas práticas de sala
de aula.
1.TERRA E UNIVERSO
Concepção de Universo; modelos da origem e evolução do Universo e da Terra;
Sistema Solar, movimentos da Terra, Lua e Sol, tempo e distâncias
astronômicas, interações gravitacionais.
Constituição da Terra; transformações geológicas; condições para a presença
de vida, origem da vida; ritmos biológicos e períodos astronômicos.
2. DIVERSIDADE DA VIDA
Organização da vida; biodiversidade; populações e interações ecológicas;
distribuição dos seres vivos na Terra, em especial nos ecossistemas
brasileiros; características adaptativas dos grandes grupos de seres vivos;
dispersão e estratégias reprodutivas dos seres vivos em diferentes
ambientes; variabilidade genética dos descendentes; evolução dos seres
vivos.
3. MATÉRIA E ENERGIA NO AMBIENTE E NA SOCIEDADE
Transformações químicas no ambiente, na prática da vida diária, na produção
industrial e agropecuária; ciclos da matéria e transferências de energia;
propriedades da matéria e sua relação com os diferentes usos dos materiais.
Transformações de energia no cotidiano social e no meio físico, envolvendo:
luz, calor, eletricidade, som e movimento; forças, pressão, equilíbrio
térmico, ondas eletromagnéticas; aplicações tecnológicas: motores,
refrigeradores, dispositivos eletro-eletrônicos, telecomunicações e
transportes; aparelhos e instrumentos ópticos.
4. SOCIEDADE SUSTENTÁVEL E PROBLEMAS AMBIENTAIS
Interferência do ser humano e alterações ambientais; mudanças na composição
e na fisionomia da biosfera, atmosfera e litosfera; interferência do ser
humano nos ciclos naturais e impactos ambientais.
Medidas de proteção e recuperação das regiões brasileiras degradadas;
reaproveitamento dos materiais; redução da poluição ambiental; fontes
alternativas de energia.
5. SAÚDE AMBIENTAL E DAS POPULAÇÕES HUMANAS
Saúde e condições de vida nos espaços urbanos e rurais brasileiros;
prevenção às doenças; preservação da saúde coletiva e individual e mudanças
de estilo de vida; serviços e equipamentos para promoção e prevenção à
saúde.
Funções vitais do organismo humano, interação de fatores internos e
externos, relações com o ambiente. Sexo e sexualidade humana, contracepção e
prevenção às doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.
6. CIÊNCIA E CULTURA
Conhecimento científico e tecnológico, parte integrante da cultura
contemporânea; ciência como construção histórica e social; processos de
produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos; biotecnologia, riscos
e benefícios de suas aplicações.
BIBLIOGRAFIA
AMABIS, J. M.; MARTHO G. R. Conceitos de Biologia (Volumes 1, 2 e 3). São
Paulo: Moderna, 2001.
AMARO, Cibele de Moraes. Papel da educação na ação preventiva ao abuso de
drogas e as DST/AIDS. São Paulo: FDE - Diretoria de Projetos Especiais/
Diretoria Técnica, 1996 (série idéias; n. 29).
BARROSO, C., BRUSCHINI, C. Sexo e juventude: como discutir sexualidade em
casa e na escola. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais - Ciências - 5ª a 8ª séries: ensino fundamental. Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais - Ciências - 5ª a 8ª séries: ensino fundamental. Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Programa parâmetros em ação,
meio ambiente na escola: guia do formador./ Secretaria de Educação
Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2001. P. 116-119; 121-137 e 180-187.
BROCKMAN, J.; MATSON, K. (orgs). As coisas são assim: pequeno repertório
científico do mundo que nos cerca. Trad. Diogo Meyer e Suzana Sturlini
Couto. São Paulo: Companhia das Letras,1997.
BRODY, David Eliot e BRODY Arnold Eliot. As sete maiores descobertas da
história. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
CARVALHO, A. M. P.; GIL - PÉREZ, D. Formação de professores de ciências. São
Paulo: Cortez, 2001. Col. Questões da Nossa Época. Nº 26.
GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÂO QUÍMICA. Interações e transformações I. Livro
do aluno: Guia do professor. 6.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São
Paulo, 2000.
GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÂO QUÍMICA. Interações e transformações II. Livro
do aluno: Guia do professor. 6.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São
Paulo, 2001.
GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÂO QUÍMICA. Interações e transformações III.
Livro do aluno: Guia do professor. 2.ed. São Paulo: Editora da Universidade
de São Paulo, 2000.
GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Física 1, 2 e 3. GREF. 5.ed. São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
MAYOR, D.; FORTI A. Ciência e poder. Campinas: Papirus; Brasília: UNESCO,
1998.
MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução do país
e de suas doenças. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2000. (p.247-431).
PINTO, Teresinha, TELLES, da S. Isabel (Orgs.). AIDS e escola: reflexões e
propostas do EDUCAIDS. São Paulo: Cortez, 2002.
PRIMACK, R. B.; RODRIGUES E. Biologia da Conservação. Londrina: E.
Rodrigues, 2001.
SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. Escola nas férias - Aprendendo sempre. São Paulo:
SEE/CENP, 2001. p.79-95.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Conceitos para se fazer
educação ambiental. Secretaria do Meio Ambiente, Coordenadoria de Educação
Ambiental. 2.ed. São Paulo: Secretaria, 1997.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Carvalho, Isabel Cristina
de Moura. Em direção ao mundo da vida: Interdisciplinaridade e Educação
Ambiental. Conceitos para se fazer educação ambiental. Brasília: IPÊ -
Instituto de Pesquisas Ecológicas, 1998.
TEIXEIRA, Wilson (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos,
2001.
WEISSMANN, Hilda (org.). Didática das Ciências Naturais. Contribuições e
\n';
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}
}
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Reflexões. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
Disciplina:
HISTÓRIA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentados a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de História - os
processos históricos, teorias, métodos, linguagens, suas tecnologias e
relações com outras áreas do conhecimento. É também um referencial para
avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho curricular, bem
como a aplicação didática e metodológica desses conhecimentos nas práticas
de sala de aula.
1) Fundamentos teóricos do pensamento histórico - História Positivista,
Marxista, Nova História e as correntes atuais do pensamento historiográfico.
2)TRABALHO E SOCIEDADE - Organização temporal e espacial das relações
sociais de produção, destacando o trabalho na Modernidade. O trabalho no
capitalismo, terceirização, o trabalho informal, diferentes tipos de
exploração, alienação e os movimentos de resistência.
3) CULTURA - Representações culturais, mudanças culturais relacionadas aos
meios de comunicação e aos movimentos sociais. Conceito de mestiçagem
cultural.
4) IDÉIAS E PRÁTICAS REVOLUCIONÁRIAS - Tecnológicas: industrial e dos meios
de comunicação. Sociais: movimentos feministas e de jovens; ascensão do
proletariado; as lutas étnicas. Políticas e ideológicas: grupos e correntes
de contestação.
5) PODER E VIOLÊNCIA - Regimes autoritários do mundo contemporâneo e poder
dos grupos organizados. Movimentos de resistências e reivindicatórios.
6) GLOBALIZAÇÃO - Meios de comunicação e transporte. A invenção da imprensa
e divulgação de idéias. Novas formas de integração e desintegração econômica
e distribuição de poder. A modernização do Brasil.
7) NAÇÃO E NACIONALIDADE - O princípio das nacionalidades e a formação do
Estado Nacional Brasileiro. Culturas e identidades. Disputas étnicas no
Brasil, África e Europa.
8) CIDADANIA - O Estado ea participação política do cidadão. Cidadania e
liberdade: escravidão na Antigüidade e nos tempos modernos, servidão,
movimentos em prol da igualdade étnica. Cidadania e manifestações culturais.
Movimentos de preservação da memória nacional e dos grupos sociais.
9) A construção de noções de temporalidade na história ensinada.
BIBLIOGRAFIA
BITTENCOURT, Circe M. Fernandes (org.). - O saber histórico na sala de aula.
São Paulo: Contexto, 1997.
BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: História. Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 275-360.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio:
Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.
CADERNOS CEDES. Memória, liberdade e liturgia política na educação do
cidadão. n.º 58. Campinas: Cedes, 2002.
CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas. O imaginário da república no
Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. Uma história das últimas décadas da
escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
COSTA, Emilia Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São
Paulo: UNESP, 1999.
DE DECCA, Edgar. 1930: O silêncio dos vencidos. São Paulo: Brasiliense,
1994.
DE ROSSI, Vera e ZAMBONI, Ernesta (orgs.). Quanto tempo o tempo tem!
Campinas: Alínea, 2003.
FAUSTO, BORIS. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994.
FUNARI, Pedro Paulo. A Antigüidade Clássica: a história e cultura a partir
dos documentos. Campinas: Unicamp, 1995.
GRUPIONI, Luís Donisete Benzi [et alii] (orgs.). Povos indígenas etolerância.
Construindo práticas de respeito e solidariedade. São Paulo: EDUSP, 2001.
p.85-153.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos extremos. O breve século XX: 1914-1991. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
LE GOFF, Jacques - O maravilhoso e o quotidiano no ocidente medieval.
Lisboa: Edições 70, 1985.
NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial:
1777-1808. São Paulo: Hucitec, 1981.
ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. Cultura brasileira e indústria
cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988.
PINSKY, Jaime e PINSKY, Carla Bassanezi (orgs.). História da cidadania. São
Paulo: Contexto, 2003.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. A Escola de cara nova. Educação Indígena. 2.ed. São
Paulo: SE/CENP, 2002.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e
Normas Pedagógicas. Educação Indígena em São Paulo. Encontro de professores
índios e não índios. São Paulo: SE/CENP, 1999.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2001. p.05-32 e p.97-120.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.63-74.
SCHWARCZ, Lilia Moritz - Nem preto, nem branco, muito pelo contrário: cor e
raça na intimidade. In: História da vida privada no Brasil (volume 4). São
Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SILVA, Sergio e NEGRO, Antonio Luigi (orgs.). E. P. Thompson - As
peculiaridades dos ingleses e outros artigos. Campinas: UNICAMP, 2002.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A questão do outro. São Paulo:
Martins Fontes, 1983.
Disciplina:
GEOGRAFIA
TEMÁRIO
O conjunto de temas apresentados a seguir é um referencial para avaliar o
candidato em relação aos conhecimentos específicos de Geografia - sua
gênese, dinâmica, linguagens, contextualização histórico-social, suas
tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento. É também um
referencial para avaliá-lo quanto aos fundamentos que estruturam o trabalho
curricular, bem como a aplicação didática e metodológica desses
conhecimentos nas práticas de sala de aula.
1. Fundamentos teóricos do pensamento geográfico e sua história. A geografia
clássica, a geografia crítica e as correntes atuais do pensamento
geográfico.
2. A teoria da região na história do pensamento geográfico. A regionalização
do Brasil e do mundo.
3. Os fundamentos geográficos da Natureza: gênese e dinâmica.
4. O espaço geográfico e as mudanças nas relações de trabalho e de produção:
as implicações sociais e econômicas na cidade e no campo.
5. Interação sociedade-natureza: os impactos ambientais, o uso e a
conservação do solo, da água e da cobertura vegetal. As mudanças climáticas.
6. O atual período técnico-científico-informacional na agricultura e na
indústria: inovações tecnológicas, fluxos de capital e de informações.
7. Urbanização brasileira: as metrópoles nacionais e regionais; a relação
cidade-campo; o deslocamento interno da população.
8. A geopolítica e as redefinições do território: os conflitos políticos,
étnicos-religiosos e a nova organização econômica mundial.
9. Representações cartográficas: conceitos e linguagens.
BIBLIOGRAFIA
AB`Saber, Aziz. Os Domínios de natureza no Brasil: potencialidades
paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
ALMEIDA, Rosângela Doin. Do desenho ao mapa. São Paulo: Contexto, 2001
BRASIL.
Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Geografia. Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares
Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p. 275-360.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio:
Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. A geografia na sala de aula. São Paulo:
Contexto, 1999.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Novos caminhos da geografia. São Paulo:
Contexto, 1999.
CASTELLAR, Sonia M. Vanzella. Alfabetização em geografia. In: Revista
Espaços da Escola. Ano 10, nº37. Ijuí: Ed. Unijuí, 2000. p.29-46.
CASTRO, Iná Elias [et alii]. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1995.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia: escola e construção de conhecimentos.
Campinas: Papirus, 1998.
FURLAN, Sueli Ângelo e NUCCI, João Carlos. A conservação das florestas
tropicais. São Paulo: Atual, 1999.
JOLY, Fernand. Cartografia. Campinas: Papirus, 1990.
LENCIONI, Sandra. Mudanças na metrópole de São Paulo (Brasil) e
transformações industriais. In: Revista do Departamento de Geografia. n.º
12. São Paulo: FFLCH-USP, 1998, p. 27-42.
LENCIONI, Sandra. Região e geografia. São Paulo: EDUSP, 1999.
MARTINELLI, Marcello. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo:
EDUSP, 2003.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São
Paulo: HUCITEC, 1981.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. A geografia das lutas no campo. São Paulo:
Contexto, 1997.
RIBEIRO, Wagner Costa. Mudanças climáticas, realismo e multilateralismo.
Revista Terra Livre, nº 18. São Paulo: AGB, 2002, p.75-84.
ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP,
1996.
SANTOS,Milton. A natureza do espaço. Técnica e tempo. Razão e emoção. São
Paulo: EDUSP, 2002.
SANTOS, Milton. Por uma Geografia nova. Da crítica da Geografia a uma
Geografia crítica. São Paulo: EDUSP, 2002.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2001. p. 05-32 e p. 97-120.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas. Escola nas férias: aprendendo sempre. São
Paulo: SE/CENP, 2002. p. 25-30 e p. 63-74.
SUERTEGARAY, Dirce M. Antunes e NUNES, João Osvaldo. A natureza da Geografia
Física na Geografia. Revista Terra Livre, n.º 17, Paradigmas da Geografia,
Parte II. AGB, 2001. p.11-23.
TEIXEIRA, Wilson [et alii] (orgs.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina
de Textos, 2000.
VESENTINI, José William. Novas geopolíticas. São Paulo: Contexto, 2000.
ENDEREÇOS DAS
DIRETORIAS DE ENSINO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
- DIRETORIAS DE ENSINO DA CAPITAL
Diretoria de Ensino da Região Centro: Av. Olavo Fontoura, nº 2222 -
Casa Verde. Diretoria de Ensino da Região Centro Oeste: Rua Dr.
Paulo Vieira, nº 257 - Sumaré. Diretoria de Ensino da Região Centro
Sul: Rua Dom Antonio Galvão, nº 95 - Vila Gumercindo. Diretoria de
Ensino da Região Leste 1: Rua Caetano de Campos, nº 220 - Tatuapé.
Diretoria de Ensino da Região Leste 2: Rua Mohamad Ibrahim Saleh,
nº 319 - São Miguel Paulista. Diretoria de Ensino da Região Leste 3:
Rua Venâncio Lisboa, nº 382 - Parque do Carmo
(Itaquera). Diretoria de Ensino da Região Leste 4: Rua Dona Matilde,
nº 35 - Vila Matilde. Diretoria de Ensino da Região Leste 5: Rua Celso
de Azevedo Marques, nº 502 - Parque da Moóca.
Diretoria de Ensino da Região Norte 1: Rua Caiowaa, nº 238 -
Perdizes. Diretoria de Ensino da Região Norte 2: Rua Florínea, nº 245
- Agua Fria. Diretoria de Ensino da Região Sul 1: Rua Pensilvânia, nº
115 - Brooklin. Diretoria de Ensino da Região Sul 2: Rua Barão de
Jaceguai, nº 1967 - Campo Belo. Diretoria de Ensino da Região Sul 3:
Avenida de Penedo, nº 755 - Socorro.
???DIRETORIAS DE ENSINO DA GRANDE SÃO PAULO
Diretoria de Ensino da Região de Caieiras: Av. Professor Carvalho
Pinto, nº 226 - Centro - Caieiras. Diretoria de Ensino da Região de
Carapicuíba: Rua Campo Grande, nº 181 - Cohab II - Carapicuíba.
Diretoria de Ensino da Região de Diadema: Rua Professora Vitalina
Caiafa Esquível, nº 126 - Jardim do Comércio - Diadema. Diretoria de
Ensino da Região de Guarulhos Norte: Rua Santana de Jacaré, nº 74
E Av. Bom Clima - Guarulhos. Diretoria de Ensino da Região de Guarulhos
Sul: Rua Capitão Gabriel, nº 225 - Centro - Guarulhos. Diretoria de
Ensino da Região de Itapecerica da Serra: Avenida Eduardo Roberto
Daher, nº 669 - Parque Paraíso - Itapecerica da Serra. Diretoria de
Ensino da Região de Itapevi: Rua Ana Araújo de Castro, 150/25 - Jardim
Aurora - Itapevi.
Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba: Avenida
Presidente Tancredo de Almeida Neves, nº 261 - Bairro Estação -
Itaquaquecetuba. Diretoria de Ensino da Região de Mauá: Rua Álvares
Machado, nº 262 - Bocaina - Mauá. Diretoria de Ensino da Região de
Mogi das Cruzes: Rua Dr. Antonio Cândido Vieira, nº 451 - Centro -
Mogi das Cruzes. Diretoria de Ensino da Região de Osasco: Rua
Geraldo Moran, nº 271 - Jardim Umuarama - Osasco. Diretoria de
Ensino da Região de Santo André: Avenida Capitão Mário Toledo de
Camargo, nº 100 - Silveira - Santo André. Diretoria de Ensino da
Região de São Bernardo do Campo: Rua Princesa Maria da Glória, nº
176 - Nova Petrópolis - São Bernardo do Campo. Diretoria de Ensino
da Região de Suzano: Avenida Mogi das Cruzes, nº 175 - Jardim
Imperador - Suzano. Diretoria de Ensino da Região de Taboão da
Serra: Rua Elizabete Lipps, nº 141 - Jardim Bom Tempo - Taboão da
Serra.
??DIRETORIAS DE ENSINO DO INTERIOR
Diretoria de Ensino da Região de Adamantina: Alameda Braulio
Molina Frias, nº 120 - Vila Cicma - Adamantina. Diretoria de Ensino da
Região de Americana: Rua Duque de Caxias, nº 600 - Santa Catarina -
Americana. Diretoria de Ensino da Região de Andradina: Rua
Regente Feijó, nº 2160 - Vila Mineira - Andradina. Diretoria de Ensino
da Região de Apiaí: Rua Francisco Rios Carneiro, nº 96 - Centro - Apiaí.
Diretoria de Ensino da Região de Araçatuba: Rua Antonio João, nº
130 - Jardim Bandeirantes - Araçatuba. Diretoria de Ensino da Região
de Araraquara: Rua Gonçalves Dias, nº 291 - Centro - Araraquara.
Diretoria de Ensino da Região de Assis: Avenida Dom Antônio, nº 331
- Bairro Ebenezer - Assis. Diretoria de Ensino da Região de Barretos:
Avenida Cel. Silvestre de Lima, nº 475 - Nogueira - Barretos. Diretoria
de Ensino da Região de Bauru: Rua Campos Sales, nº 943 - Vila
Falcão - Bauru. Diretoria de Ensino da Região de Birigui: Av. São
Francisco, nº 433 - Vila Santa Isabel - Birigui. Diretoria de Ensino da
Região de Botucatu: Praça da Bandeira, s/n - Centro - Botucatu.
Diretoria de Ensino da Região de Bragança Paulista: Av. José Gomes
da Rocha Leal, nº 1757 - Centro - Bragança Paulista. Diretoria de
Ensino da Região de Campinas Leste: Av. Francisco Xavier de Arruda
Camargo, nº 300 - Jardim Santana - Campinas. Diretoria de Ensino da
Região de Campinas Oeste: Av. Francisco Xavier de Arruda Camargo,
nº 300 - Jardim Santana - Campinas. Diretoria de Ensino da Região de
Capivari: Rua Regente Feijó, nº 773 - Centro - Capivari. Diretoria de
Ensino da Região de Caraguatatuba: Avenida Alagoas, nº 539 - Indaiá
- Caraguatatuba. Diretoria de Ensino da Região de Catanduva: Rua
Recife, nº 1113 - Centro - Catanduva. Diretoria de Ensino da Região
de Fernandópolis: Rua Amapá, nº 933 - Jardim América -
Fernandópolis. Diretoria de Ensino da Região de Franca: Avenida Dr.
Ismael Alonso Y Alonso, nº 2002 - São José - Franca. Diretoria de
Ensino da Região de Guaratinguetá: Praça Cons. Rodrigues Alves, nº
27 - Centro - Guaratinguetá. Diretoria de Ensino da Região de
Itapetininga: Rua José Calazans Luz de Moura, nº 263 - Vila Barth -
Itapetininga. Diretoria de Ensino da Região de Itapeva: Rua
Taquarituba, 59 - Vila Bom Jesus - Itapeva. Diretoria de Ensino da
Região de Itararé: Rua São Pedro, nº 2661 - Centro - Itararé. Diretoria
de Ensino da Região de Itu: Praça Almeida Junior, nº 10 - Vila Nova -
Itu. Diretoria de Ensino da Região de Jaboticabal: Praça Dr. Joaquim
Batista, nº 204 - Centro - Jaboticabal. Diretoria de Ensino da Região de
Jacareí: Avenida Nove de Julho, nº 325 - Centro - Jacareí. Diretoria de
Ensino da Região de Jales: Rua Oito, nº 2315 - Centro - Jales.
Diretoria de Ensino da Região de Jaú: Rua Tenente Lopes, nº 633 -
Centro - Jaú. Diretoria de Ensino da Região de José Bonifácio:
Avenida Ademar de Barros, nº 356 - Centro - José Bonifácio. Diretoria
de Ensino da Região de Jundiaí: Rua Anchieta, nº 337 - Centro -
Jundiaí. Diretoria de Ensino da Região de Limeira: Rua Cunha Bastos,
nº 1203 - Vila Paulista - Limeira. Diretoria de Ensino da Região de
Lins: Rua Luiz Gama, nº 681 - Centro - Lins. Diretoria de Ensino da
Região de Marília: Avenida Pedro de Toledo, nº 542 - Centro - Marília.
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu: Avenida Dona Evarista de
Castro Ferreira, s/ nº - Centro - Miracatu. Diretoria de Ensino da
Região de Mirante do Paranapanema: Rua Amélia Fussae Okubo, nº
1580 - Centro - Mirante do Paranapanema. Diretoria de Ensino da
Região de Mogi Mirim: Avenida Santo Antônio, nº 248 - Centro - Mogi
Mirim. Diretoria de Ensino da Região de Ourinhos: Rua Nove de
Julho, nº 528 - Centro - Ourinhos. Diretoria de Ensino da Região de
Pindamonhangaba: Rua Amador Bueno, nº 55 - Centro -
Pindamonhangaba. Diretoria de Ensino da Região de Piracicaba: Rua
João Sampaio, nº 666 - São Dimas - Piracicaba . Diretoria de Ensino
da Região de Piraju: Praça Professor Paulo Henrique, nº 155 - Vila São
José - Piraju. Diretoria de Ensino da Região de Pirassununga:
Avenida Prudente de Moraes, nº 2900 - Centro - Pirassununga. Diretoria
de Ensino da Região de Presidente Prudente: Avenida Manoel
Goulart, nº 2109 - Centro Universitário - Presidente Prudente. Diretoria
de Ensino da Região de Registro: Rua Amapá, nº 348 - Vila Cabral -
Registro. Diretoria de Ensino da Região de Ribeirão Preto: Avenida
Nove de Julho, nº 378 - Higienópolis - Ribeirão Preto. Diretoria de
Ensino da Região de Santo Anastácio: Praça Dr. Luiz Ramos e Silva,
nº 59 - Centro - Santo Anastácio. Diretoria de Ensino da Região de
Santos: Praça Narciso de Andrade, s/ nº - Vila Mathias - Santos.
Diretoria de Ensino da Região de São Carlos: Rua Conselheiro
Joaquim Delfino, nº 180 - Jd Centenário - São Carlos. Diretoria de
Ensino da Região de São João da Boa Vista: Rua Getúlio Vargas, nº
507 - 1º andar - Centro - São João da Boa Vista. Diretoria de Ensino da
Região de São Joaquim da Barra: Rua São Paulo, nº 1305 - Centro -
São Joaquim da Barra. Diretoria de Ensino da Região de São José do
Rio Preto: Rua Maximiano Mendes, nº 95 - Vila Ercília - São José do Rio
Preto. Diretoria de Ensino da Região de São José dos Campos:
Praça Presidente Kennedy, nº 200 - Centro - São José dos Campos.
Diretoria de Ensino da Região de São Roque: Av. Tiradentes, nº 148 -
Centro - São Roque. Diretoria de Ensino da Região de São Vicente:
Praça Coronel Lopes, nº 387 - Centro - São Vicente. Diretoria de
Ensino da Região de Sertãozinho: Avenida Afonso Trigo, nº 500 - São
João - Sertãozinho. Diretoria de Ensino da Região de Sorocaba: Rua
Cesário Mota, nº 286 - Centro - Sorocaba. Diretoria de Ensino da
Região de Sumaré: Rua Luiz José Duarte, nº 333 - Jardim Carlos Basso
- Sumaré. Diretoria de Ensino da Região de Taquaritinga: Rua Nadir
de Paula Eduardo, nº 35 - Jardim Laranjeiras - Taquaritinga. Diretoria de
Ensino da Região de Taubaté: Praça 8 de Maio, nº 28 - Centro -
Taubaté. Diretoria de Ensino da Região de Tupã: Praça da Bandeira,
nº 900 - Centro - Tupã. Diretoria de Ensino da Região de Votorantim:
Rua Pedro Trinca, nº 66 - Jardim Icatu - Votorantim. Diretoria de Ensino
da Região de Votuporanga: Rua Brasília, nº 292 - Vila Lupo -
Votuporanga. |